Desafio dos Rochas 2015 – Pomerode/SC

By , 28 de April de 2015 9:57

Recentemente criamos aqui em São José dos Pinhais uma turma para pedalar MTB e essa turma gosta de andar forte, consequentemente essa turma virou um grupo e por sua vez montamos uma equipe de MTB, obviamente a equipe tem suas metas e uma delas foi participar do Desafio dos Rochas 2015, um desafio de 100 quilômetros com 3100 metros de altimetria oficialmente divulgado, a principio tranquilo, pois essa mesma turma participou do Desafio Cicles Langner em dezembro de 2014 em Campo Largo com 100 quilômetros também e altimetria na casa dos 3500 metros. Resolvemos treinar forte, buscar subidas longas e bem inclinadas para não sofrer tanto lá em Pomerode como sofremos em Campo Largo. O roteiro divulgado pelo organizador incluía 25 quilômetros de trilhas, isso preocupou um pouco pois imaginamos uma coisa e que na verdade era outra.

Os destemidos Eu, Serginho, Daniel, Alexandre, Felipe e o “Style Man” Wilian participamos da prova mais dura do sul do país.

Largamos às 8:00 da manhã, os primeiros 40 quilômetros foram bem planos com uma subida forte no meio e uma média acima dos 30 km/h. Consegui me manter no pelotão até o inicio da primeira subida, consegui manter um ritmo bom mesmo quando começou a primeira trilha e com algumas partes boas e pedaláveis, no fim de uma subida forte no quilometro 46 tinha um ponto de abastecimento de água e chopp, sim chopp, deu vontade de largar tudo e ficar ali sentado olhando o pessoal sofre naquela subida e tomando chopp, fiquei na vontade e segui, o Felipe por sua vez não resistiu a tentação e abandonou justamente nesta parte, ainda mais quando apareceu um alemão com uma tabua com churrasco picadinho. No fim da trilha no quilometro 53 em uma descida muito ingrime e escorregadia acabei levando um tombo, na hora não achei nada grave, porém bati as costas no banco e a virilha no guidão, e dai em diante senti muita dor na lombar e na virilha quando chegou as trilhas mais cabulosas, onde não tinha como pedalar e somente empurrar a bike morro acima. Depois do quilometro 70 começou uma subida de um morro gigante feita totalmente em trilha em mata fechada, impossível pedalar, neste ponto o dor na lombar e na virilha me tiraram da corrida e fui me arrastando até conseguir chegar no final. O sacrifício foi grande a diversão é o que conta e claro e a experiência em participar de um evento deste porte.

Largada

Felipe abandonando a prova depois do chopp e churrasco

Não poderia falar da corrida e não mencionar a pousada onde ficamos, que aliás recomendo. A Pousada Casa Wachholz, que na verdade é uma casa do ano de 1867 a mais antiga da região ele fica na rota enxaimel, ela passou recentemente por uma restauração e hoje serve como pousada, um pouco da história dela está representada em fotos e cartazes dentro dela.

Mais fotos no álbum Desafio-dos-Rochas / Pomerode.

Dom Pedro – Graciosa

By , 24 de March de 2015 15:25

Para celebrar o inicio do outono em nosso hemisfério, pedalamos até o mirante da Graciosa, já fizemos este pedal algumas vezes.

Eu, Luiz e Kevin nos encontramos as 8:00 na BR 277, seguindo pelo Contorno Sul até a Estrada Dom Pedro, seguimos em um ritmo forte o tempo estava nublado o que ajudou bastante, o Kevin estava praticamente estreando sua bike nova em pedal longo. Fizemos em 2:20 o primeiro trecho, já contando com as paradas. No Mirante da Graciosa matamos um pastel A4 como diz o Clodoaldo, e realmente para uma folha de papel A4 dobrado no meio.

Nota

O pedal deviria contar com o Renato, Arce, Felipe, Clodoaldo, Alexandre, Paulo Formiga, mas os furos e problemas começaram ainda no inicio na BR 277, e como o luiz e eu tínhamos hora pra voltar resolvemos não esperar, o Renato ainda seguiu junto até o contorno, porém ficou um pouco para trás, achamos que logo chegaria, mas recebemos uma mensagem que ele tinha furado o pneu.

Paranaguá do Mirante da Graciosa

Paranaguá do Mirante da Graciosa

Resolvemos voltar pela BR 116 e fazia muito tempo que eu não passava por lá, fizemos mais uma paradinha no SAU da BR 116 para um café e retornando novamente pelo contorno. Cheguei em casa ainda 12:30 com 109km e média de 28,6 km/h.

Estrada da Limeira

By , 23 de February de 2015 16:25

Depois de quase 5 anos, volto para a Estrada da Limeira, mas agora bem mais hard.

Para começar saímos de casa as 23:50 de sexta-feira, Eu, Alexandre, Serginho, Felipe Rodcz e Marcelo Stancik pela BR 376 sentido Guaruva, o percurso foi bem tranquilo, pois imaginava que poderia sem meio tenso descer a serra durante a madruga, mas foi bem mais tranquilo. Chegamos em Guaruva as 3 da manhã, fizemos um lanche bem reforçado, pois a pedreira estava por vir. A vantagem de se pedalar na madrugada é que você não direito a roubada que está se metendo, 5 anos atrás a estrada estava muito complicada, muito cascalho solto, dessa vez foi bem mais tranquilo, boa parte dos retões Mantinham-mos uma média boa, o problema foi quando começou amanhecer, ai o cansaço pegou pra valer e ainda tinha a serrinha para passar, a estrada está com pontes novas e o caminho foi melhorado e muito, mas as pedras de rio próximo a serrinha e na serrinha ainda estão lá.

Amanhecendo na Limeira

Amanhecendo na Limeira

Vencido a serrinha estávamos na BR 277, chegamos por volta das 9 da manhã, agora além do cansaço tinha o calor, parei no restaurante Roda d´água e o Felipe logo chegou também, ficamos um bom tempo ali, tentando comer algo, depois de mais um tempo Serginho e Alexandre passaram reto pro Bela Vista e resolvemos ir até lá também. O Marcelo ficou na saída da BR esperando resgate. Depois de mais de uma hora parados vinha o verdadeiro teste, subir a serra até em casa, já era perto das 11 horas da manhã e o sol forte, subimos parando nas sobras e também paramos em um rio para refrescar um pouco.

Parada no Rio da Serra para refrescar

Durante a subida fui dividindo os desafio mentalmente, primeiro era chegar no alto logo após os viadutos, depois chegar no quebrado KM 49, Rio Pequeno, placa de Altitude, SAU e por fim casa.

Pedal bem difícil, foram 215km em quase 15 horas de pedal e 3800 de altimetria e sem dormir.
Algumas outras fotos aqui.

Humm… Bruta

By , 19 de February de 2015 16:25
Humm... Bruta

Humm… Bruta

Festive 500 – 2014

By , 31 de December de 2014 17:05

f500-14-1024x447

Mais uma vez no fim de ano o desafio Festive 500, pedalar 500 quilômetros em 8 dias. Não foi fácil.

Dia 1:
já no primeiro dia com a chegada do verão em nossa região “CUritiba” o tempo começou como muita chuva e quase que não pedalo neste dia, mas resolvi ir assim mesmo – MTB pela região rural de São José dos Pinhais 58 quilômetros de muito barro.

Dia 2:
O segundo dia começou muito feio também, choveu bastante e muito vento, então logo após o almoço fui com a speed até o pedágio da 376, a chuva rondou bastante mas cheguei em casa seco :)

Dia 3:
O terceiro dia como foi um dia útil o pedal foi depois do trabalho e neste dia choveu muito novamente, até uma rua ficou encoberta pela água, e como choveu muito, fomos de MTB.

Foto Instagram Bianco

Foto Instagram Bianco

Dia 4:
O quarto dia foi o mais sofrido e quase que fico sem terminar o restante do desafio, resolvemos ir até Agudos do Sul para completar também o Gran Fondo 12, mas o ritmo foi alucinante e na volta de Tijucas o vento apertou muito e a média não caiu de 30 km/h e agora sem chuva o calor não deu trégua… cheguei em casa bem debilitado, foram 140 km.

Foto Instagram Felipe

Foto Instagram Felipe

Dia 5:
O quinto dia sentindo muita dor nas pernas resolvi ir até o pedágio da 277 em um ritmo bem leve, pois estava ventando muito, na saída perto de casa o pneu furou e depois mais duas vezes que fiquei sem remendo e sem câmara para voltar embora, um senhor acabou parando e me emprestou um remendo para poder voltar pedalando, o o vento estava muito forte e minha média devido a dor nas pernas ficou em 18 a 20 km/h na volta com o vento contra sem contar o calor de 36 graus.

Primeiro dos 3 furos

Primeiro dos 3 furos

36º na cabeça

36º na cabeça

Dia 6:
o sexto dia fui após o trabalho novamente, um dia muito quente e quase que chove na hora de pedalar, ainda sentindo dores nas pernas fui até o Rio Pequeno na BR 277 e depois voltei, foram 60 Km em um ritmo bom e sozinho.

Flores do Pedágio

Flores do Pedágio

Dia 7:
O sétimo dia foi muito parecido com o sexto, porém não fui até o pedágio, pois o movimento de carros na BR era muito alto e fui até a ultima passarela para poder cruza a BR, um pouco ante choveu forte e baixou um pouco a temperatura, na volta resolvi voltar pela Roseira e novamente senti as pernas, mas agora só faltava 23 km para completar o desafio.

Piraquara após a chuva

Piraquara após a chuva

Dia 8:
O oitavo dia estava pensando em ir somente até o pedágio, pois achei que a turma ia só até lá, mas o Bixo sugeriu ir por dentro de Piraquara até Quatro Barras e como hoje é o ultimo pedal do ano esse pedal mais longo, alguns não foram e encontramos outros no meio do caminho e acabei fechando o dia e o ano com 107 km. Fecho o ano com 9.813,4 km, 96.885 de altimetria total, 178 pedaladas e 379 horas e 33 minutos em cima da bike!

Foto Instagram Luiz

Foto Instagram Luiz

Foto Instagran Arce

Foto Instagran Arce

festive 500

Panorama Theme by Themocracy