Festive 500 – 2014

By , 31 de December de 2014 17:05

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Mais uma vez no fim de ano o desafio Festive 500, pedalar 500 quilômetros em 8 dias. Não foi fácil.

Dia 1:
já no primeiro dia com a chegada do verão em nossa região “CUritiba” o tempo começou como muita chuva e quase que não pedalo neste dia, mas resolvi ir assim mesmo – MTB pela região rural de São José dos Pinhais 58 quilômetros de muito barro.

Dia 2:
O segundo dia começou muito feio também, choveu bastante e muito vento, então logo após o almoço fui com a speed até o pedágio da 376, a chuva rondou bastante mas cheguei em casa seco :)

Dia 3:
O terceiro dia como foi um dia útil o pedal foi depois do trabalho e neste dia choveu muito novamente, até uma rua ficou encoberta pela água, e como choveu muito, fomos de MTB.

Foto Instagram Bianco

Foto Instagram Bianco

Dia 4:
O quarto dia foi o mais sofrido e quase que fico sem terminar o restante do desafio, resolvemos ir até Agudos do Sul para completar também o Gran Fondo 12, mas o ritmo foi alucinante e na volta de Tijucas o vento apertou muito e a média não caiu de 30 km/h e agora sem chuva o calor não deu trégua… cheguei em casa bem debilitado, foram 140 km.

Foto Instagram Felipe

Foto Instagram Felipe

Dia 5:
O quinto dia sentindo muita dor nas pernas resolvi ir até o pedágio da 277 em um ritmo bem leve, pois estava ventando muito, na saída perto de casa o pneu furou e depois mais duas vezes que fiquei sem remendo e sem câmara para voltar embora, um senhor acabou parando e me emprestou um remendo para poder voltar pedalando, o o vento estava muito forte e minha média devido a dor nas pernas ficou em 18 a 20 km/h na volta com o vento contra sem contar o calor de 36 graus.

Primeiro dos 3 furos

Primeiro dos 3 furos

36º na cabeça

36º na cabeça

Dia 6:
o sexto dia fui após o trabalho novamente, um dia muito quente e quase que chove na hora de pedalar, ainda sentindo dores nas pernas fui até o Rio Pequeno na BR 277 e depois voltei, foram 60 Km em um ritmo bom e sozinho.

Flores do Pedágio

Flores do Pedágio

Dia 7:
O sétimo dia foi muito parecido com o sexto, porém não fui até o pedágio, pois o movimento de carros na BR era muito alto e fui até a ultima passarela para poder cruza a BR, um pouco ante choveu forte e baixou um pouco a temperatura, na volta resolvi voltar pela Roseira e novamente senti as pernas, mas agora só faltava 23 km para completar o desafio.

Piraquara após a chuva

Piraquara após a chuva

Dia 8:
O oitavo dia estava pensando em ir somente até o pedágio, pois achei que a turma ia só até lá, mas o Bixo sugeriu ir por dentro de Piraquara até Quatro Barras e como hoje é o ultimo pedal do ano esse pedal mais longo, alguns não foram e encontramos outros no meio do caminho e acabei fechando o dia e o ano com 107 km. Fecho o ano com 9.813,4 km, 96.885 de altimetria total, 178 pedaladas e 379 horas e 33 minutos em cima da bike!

Foto Instagram Luiz

Foto Instagram Luiz

Foto Instagran Arce

Foto Instagran Arce

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Nova companheira pro mato

By , 2 de December de 2014 11:37

Depois de quase 6 anos, dou adeus a minha velha companheira das trilhas, a Astro Comet que comprei em 22/01/2009 e já tinha seus 19.330 quilômetros, foram vários lugares que conheci com essa bike, mas o ciclo se completou e agora chegou a nova companheira com novas tecnologias, novo design novo tamanho, ou seja tudo novo.

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Me rendi a febre das 29ER, quando testei uma, percebi que ela realmente anda mais, então comecei a pesquisar e logo achei a Merida Big.Nine, fui a té a loja e vi de perto, dei uma volta na rua com ela e logo gostei e senti mais conforto na pedalada, só o guidão que é bem mais longo e a posição das mãos me incomodou bastante, a reclamação geral do pessoal são as subidas, mas é tudo questão de se adaptar, obviamente é uma MTB e nas subidas ingrimes com mais de 11% de inclinação o bixo pega, diferentemente da speed a roda traseira começa a patinar e por esse motivo se tem uma relação com 36 dentes no cassete, comparando novamente com a speed, as subidas que faço no asfalto com a speed fica em torno dos 12 a 14 km/h na MTB essa velocidade ficou em torno dos 8 a 10 km/h então muda pouca coisa, já em relação ao aro 26 essa velocidade não ficava muito distante e era entre 11 a 13.

Domingo fiz um pedal pesado com ela, fui até o Saltinho em Tijucas do Sul e voltamos pela BR. Foi um pedal de 130 quilômetros e 1600 de altimetria, de forma geral gostei, os próximos pedais vou sentindo melhor a bike.

Agora as ultimas fotos da Astro:

Cerne IV

Cerne IV

Cachoeira da Boa Vista

Cachoeira da Boa Vista

Rapha Rising 2014

By , 21 de October de 2014 15:51

Assim como no Rapha Festive 500, recebi um roundel ou badge do desafio Rapha Rising 2014. Uma coisa bacana que vem junto é um folder com as estatísticas do desafio, por exemplo, foram 44.178 participantes e apenas 5.917 que concluíram o desafio, que consistia em subir 8.800 metros em 8 dias.

Não foi fácil concluir, como subir duas vezes a serra e nos últimos dias faltavam pouco metros para concluir o desafio, acabei caindo com a mountain bike e foi muito difícil terminar os últimos metros.

E a cada ano que passa vai ficando mais difícil concluir, em 2012 foram 6.881 metros e 2013 foram 7.235 metros e como será 2015?

Rapha Rising Badge

Curitiba à Blumenau – 200km de bike

By , 19 de October de 2014 21:40

Durante a semana que passou um amigo me convidou para um desafio pessoal e resolvi participar com ele, o desafio era ir de Curitiba à Blumenau de bike e tirar uma foto na vila Germânica onde está acontecendo a Oktoberfest. Analisei a empreitada e vi que a distância ficaria em torno dos 200 km até lá, o roteiro escolhido foi descer a serra da BR 376 e indo por Joinville e entrando na estrada do Arroz que vai sair em Guaramirim, um pouco antes de Jaraguá do Sul, depois pegando em direção a Massaranduba. Essa estradinha entre Guaramirim e Massaranduba já estava em meus planos a muito tempo, a estrada em si é um pouco ruim para quem anda de bike de estrada, o acostamento é muito mal conservado e com tráfego bem grande de caminhões que passam bem rápido, já que a estrada é bem plana em boa parte do trajeto e de mão simples.

Plantação de arroz

Entrando em Massaranduba

Pegamos muito vento lateral e contra, o vento lateral foi na parte da estrada de arroz, eu nunca tinha pego um vento assim que quase me derrubou da bike umas quatro vez e depois no trecho entre Guaramirim até Blumenau foi de frente. A média ficou bem baixa nesses trechos, pelo menos o vento estava quente. Chegamos em Blumenau e me deparei como uma cidade bem grande, com muitos prédios e industrias, mas não fugindo da característica alemã com suas casas no estilo enxamel. Seguimos para a Vila Germânica e tiramos uma foto do portal da Oktoberfest, missão cumprida, foram 200 km até lá, agora era chegar na rodoviária e voltar para casa, por sorte tinha um ônibus praticamente saindo, foi em cima do laço :)

Apesar do vento forte durante boa parte do pedal e altimetria maior que o Audax de Floripa, foi bem menos sofrido, talvez por causa das paradas maiores e a preocupação menor com o tempo ajudou muito. Agora a meta é 300 km, talvez um Audax

Na roda :)

Curitba à Blumenau

Gran Fondo 10 – Dom Pedro – Graciosa

By , 7 de October de 2014 15:05

Domingo é dia de pedalar para longe, a principio iria para a colônia Witmarsun, mas a agenda familiar me obrigou a mudar de planos, então resolvi ir para o mirante da estrada da Graciosa via Estrada Dom Pedro.
Saindo cedo de casa tinha a possibilidade de realizar o Gran Fondo 10, mas não era bem uma meta e sim apenas fazer um pedal longo. Nos reunimos no posto Casil em São José e seguimos pela BR 277 e Contorno Sul até a entrada da Estrada Dom Pedro, o pedal foi bem sofrido devido ao forte vento que anda soprando do litoral, rara foram as vezes que atingimos 30km/h andando de speed.

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Chegamos na estrada da Graciosa e o vento soprava ainda mais forte, o asfalto estava bem molhado, indicando que tinha garoado a pouco, forçamos mais um pouco até chegar no mirante, o vento gelado estava realmente cruel e o corpo suado por baixo das roupas estava gelando, comemos um pastel rápido e saímos logo em seguida. A volta foi tranquila até próximo do final do estrada Dom Pedro em frente a Igreja do Bom Jesus na Campininha, levei um tombo quando passava sobre a calçada, a superfície estava tomada por limo e não tive como escapar… Moral recuperada, bora voltar para casa, quando chegamos no SAU do contorno, decidimos eu e o Bianco andar mais 30 quilômetros para fechar o Gran Fondo, e pra tentar fechar fomos até o centro de Curitiba, mas a volta foi sofrido por causa do vento.

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