Volta da Lapa

Por , 29 de junho de 2016 21:44

A muito tempo este pedal estava em minha lista de pendências, até que enfim neste fim se semana se concretizou, não lembro mais o ano, mas acho que foi em 2009, Gassner e Mildo foram para lá, mas eu acabei afinando por causa do tempo ruim.

Como sempre poucos interessados em realizar esta proeza, pedal longo e com altimetria alta, saímos de São José dos Pinhais eu e o Daniel em direção ao Barigui para encontrar o Luiz e o Arce. Sem muita enrolação partimos pela 277 sentido Campo Largo, antes de completar 10 km do Barigui o Arce furou a primeira vez o pneu dianteiro e foram 3 furos até chegar no Jusita, onde ele abandonou e solicitou resgate, a partir daí, seguimos em 3.

Quase chuva

O tempo estava frio e com bastante nevoeiro que ficou persistente até próximo a Witmarsun, o nevoeiro passou mas o tempo permaneceu frio e com muitas nuvens (Existia a previsão de abrir um sol). A partir de Witmarsun eu não conhecia a estrada e confesso que me surpreendi como as estradas estão muito bem conservadas e o visual muito bonito das planícies.

Foto By Luiz

Foto By Luiz

Apesar de haver algumas subidas fortes depois de São Luiz do Purunã, ao percurso desce bastante até o Rio Iguaçu em Porto Amazonas e depois deste rio o trajeto não dá alivio, é o tempo todo um sobe e desce uma verdadeira montanha russa até chegar na Lapa, neste trecho não tem nada além da cidade de Porto Amazonas onde passamos batido e provavelmente com um posto ou alguma loja para comer algo. Próximo da Lapa estávamos sem aguá e o Daniel quase chamando resgate, por sorte estava tendo uma festa na colônia Johannesdorf e conseguimos nos abastecer com aguá e seguir até a Lapa.

Paisagens de Porto Amazonas

Paisagens de Porto Amazonas

A ideia era fazer um lanche, mas após entrar em um restaurante próximo a estrada não resistimos e acabamos por almoçar ali mesmo, agora mais animado o Daniel resolveu continuar, mas tinha chão ainda para percorrer, mais uns 70km até São José dos Pinhais.

Saindo da Lapa em direção a Contenda tem uma serrinha que acaba no pedágio, a estrada continua muito boa com poucas subidas fortes e o ritmo foi tranquilo até chegarmos na Contenda, depois da Contenta começa um sobe e desce e não para mais, chagando em Araucária a paisagem já muda bastante o céu que já estava meio fechado ficou pior com aquele monte de fumaça das refinarias, a estrada com acostamento permanece muito boa, porém com muita sujeira, mas mesmo assim não tivemos mais furos nos pneus (Arce usou toda a cota).

Chagando no Contorno Sul Eu e o Daniel nos separamos do Luiz e seguimos para São José para fechar os 200km o Luiz seguiu para o Barigui e fechou com 177km. Pedal

Castelhanos

Por , 9 de novembro de 2015 10:28

Após quase 7 anos andando de bike pelas colonias de São José dos Pinhais e outras regiões, finalmente fui até a Colônia Castelhanos, sempre um contra tempo ou outro me impedia de ir até lá. Durante essa semana eu e o Daniel colocamos como meta executar esse pedal, e ir até lá neste fim de semana, nem que chovesse! O Daniel também compartilhava desse peso ciclístico em não conhecer o Castelhanos.

Resolvi fazer o percurso, tradicional ou seja, indo por dentro das Colônias, e depois pela Colônia Roça Velha, passando pelo Morro Redondo e seguindo em frente, peguei o track do Renato Pedaleiro que fez essa aventura lá em 2008, só que ao contrário. Nesta empreitada além do Daniel e eu, foram William Koep, Bianco, Valquíria e Diogo e o Amigo dele Anderson.

Saímos bem cedo, às 06:00 da manhã e a ideia era parar muito pouco, o dia amanheceu agradável e sem chuva, mas com o clarear do dia veio uma garoa e a neblina que ficou o dia todo e atrapalhou o visual dos lugares, a garoa virou chuva próximo do Morro Redondo e chegamos a cogitar o cancelamento e se contentar com o Morro Redondo somente, porém, a chuva parou e resolvemos seguir em frente, Diogo e seu Amigo retornaram embora.

Mantivemos uma passada boa até a bifurcação Usina Guaricana / Chaminé paramos ali para um lanche rápido e seguimos para onde apontava “Chaminé” onde tivemos uma sequência de descidas, mas logo veio as boas subidas tudo na faixa de 18% a 20% de inclinação ou seja, muito pesadas, neste ponto as garoa já estava presente novamente e foi assim até quase o final, a estrada não estava muito ruim, mas como estava muito molhado e com neblina, enxergar era um luxo, passamos a bifurcação da entrada da Colônia Castelhanos e subimos mais um pouquinho, a descida até o Rio São João foi rápida e estrada a estrada muito boa. Paramos na ponte para umas fotos e lubrificar a corrente e tirar areia dos conduítes, pois a subida mais longa era a próxima meta, subir de 300 metros até 780 em 5 quilômetros, estava preparado para o pior, pois os relatos dos amigos que andaram aqui anteriormente não era dos melhores, mas nos surpreendemos, a estrada como as outras que passamos estava muito bem conservada e tinha pontos onde a inclinação era pior que estava ate com asfalto :-)

Rio São João

Ainda sorrindo!

Paramos logo após a subida para esperar e o frio bateu forte, suados e molhados da garoa, lá em cima o vento batia forte, a Valquiria sentiu a panturrilha na subida. Faltava ainda 3 quilômetros até a BR, chegamos lá ao lado de uma lanchonete e comemos alguma coisa e alguns lavaram as bikes em uma borracharia, ainda com um frio de lascar fiquei com o casaco e seguimos pela BR em um ritmo bem forte, na altura de Tijucas do Sul o radiador estava fervendo forte e fui obrigado a tirar o casaco, estava quase quebrando, pois estava suando demais.

Cheguei em casa as 13:40, 125 km pedalado com 20,6 de média e 2800 de altimetria, a próxima será Castelhanos com tempo melhor e ao contrario.

Mais fotos no álbum

Campo Magro e região

Por , 8 de setembro de 2015 21:29

Tenho andado muito de MTB para os lados de São José e fazia algum tempo que estava querendo voltar a pedalar para o lado norte da região de Curitiba e neste fim de semana deu certo, durante o pedal de speed com o Luiz resolvemos marcar o MTB para aqueles lados – Campo Magro e Região.

Saímos relativamente cedo do parque São Loureço eu, Luiz e Felipe em direção ao Canelinha o roteiro ficou a cargo do Luiz e foi bem escolhido com trechos com subidas bem inclinadas e estradões, o tempo ameaçava a chuva o tempo todo, mas foi chegar no canelinha começou uma chuvinha leve que logo após o pastel já tinha passado.

2015-09-06 08.16.46

2015-09-06 09.30.21

2015-09-06 09.30.25-2

Seguimos agora em direção a Almirante Tamandaré, onde já tem uns trechos com asfalto anti-pó e com isso o ritmo aumentou :-)

Passei por alguns lugares que já pedalei e acabei lembrando mas alguns foram inéditos, a sensação de desorientação é péssima quando você não conhece bem o lugar, logo passamos por Almirante Tamandaré e em seguida pelo Sindicado dos Comerciários de Curitiba e lembrei do pedal da borrachada, desta vez não cruzamos o sindicado e seguimos reto agora em direção a Colombo, mais umas boas subidas e trechos de asfalto, onde já está em analise um possível pedal de speed para aquelas bandas.

Chegando em Colombo cruzamos o centrinho da cidade em direção ao parque da uva e logo pegamos a direita por um caminho ainda não explorado pelo Luiz, seguimos contornando Colombo até pegarmos uma subida longa que passa ao lado de uma pedreira desativa, um bom treino para as pernas, seguindo reto saímos no Santa Candida já em Curitiba.

Fechamos o pedal com 82km e média de 21,6 km/h em 3:50h.

Desafio dos Rochas 2015 – Pomerode/SC

Por , 28 de abril de 2015 9:57

Recentemente criamos aqui em São José dos Pinhais uma turma para pedalar MTB e essa turma gosta de andar forte, consequentemente essa turma virou um grupo e por sua vez montamos uma equipe de MTB, obviamente a equipe tem suas metas e uma delas foi participar do Desafio dos Rochas 2015, um desafio de 100 quilômetros com 3100 metros de altimetria oficialmente divulgado, a principio tranquilo, pois essa mesma turma participou do Desafio Cicles Langner em dezembro de 2014 em Campo Largo com 100 quilômetros também e altimetria na casa dos 3500 metros. Resolvemos treinar forte, buscar subidas longas e bem inclinadas para não sofrer tanto lá em Pomerode como sofremos em Campo Largo. O roteiro divulgado pelo organizador incluía 25 quilômetros de trilhas, isso preocupou um pouco pois imaginamos uma coisa e que na verdade era outra.

Os destemidos Eu, Serginho, Daniel, Alexandre, Felipe e o “Style Man” Wilian participamos da prova mais dura do sul do país.

Largamos às 8:00 da manhã, os primeiros 40 quilômetros foram bem planos com uma subida forte no meio e uma média acima dos 30 km/h. Consegui me manter no pelotão até o inicio da primeira subida, consegui manter um ritmo bom mesmo quando começou a primeira trilha e com algumas partes boas e pedaláveis, no fim de uma subida forte no quilometro 46 tinha um ponto de abastecimento de água e chopp, sim chopp, deu vontade de largar tudo e ficar ali sentado olhando o pessoal sofre naquela subida e tomando chopp, fiquei na vontade e segui, o Felipe por sua vez não resistiu a tentação e abandonou justamente nesta parte, ainda mais quando apareceu um alemão com uma tabua com churrasco picadinho. No fim da trilha no quilometro 53 em uma descida muito ingrime e escorregadia acabei levando um tombo, na hora não achei nada grave, porém bati as costas no banco e a virilha no guidão, e dai em diante senti muita dor na lombar e na virilha quando chegou as trilhas mais cabulosas, onde não tinha como pedalar e somente empurrar a bike morro acima. Depois do quilometro 70 começou uma subida de um morro gigante feita totalmente em trilha em mata fechada, impossível pedalar, neste ponto o dor na lombar e na virilha me tiraram da corrida e fui me arrastando até conseguir chegar no final. O sacrifício foi grande a diversão é o que conta e claro e a experiência em participar de um evento deste porte.

Largada

Felipe abandonando a prova depois do chopp e churrasco

Não poderia falar da corrida e não mencionar a pousada onde ficamos, que aliás recomendo. A Pousada Casa Wachholz, que na verdade é uma casa do ano de 1867 a mais antiga da região ele fica na rota enxaimel, ela passou recentemente por uma restauração e hoje serve como pousada, um pouco da história dela está representada em fotos e cartazes dentro dela.

Mais fotos no álbum Desafio-dos-Rochas / Pomerode.

Dom Pedro – Graciosa

Por , 24 de março de 2015 15:25

Para celebrar o inicio do outono em nosso hemisfério, pedalamos até o mirante da Graciosa, já fizemos este pedal algumas vezes.

Eu, Luiz e Kevin nos encontramos as 8:00 na BR 277, seguindo pelo Contorno Sul até a Estrada Dom Pedro, seguimos em um ritmo forte o tempo estava nublado o que ajudou bastante, o Kevin estava praticamente estreando sua bike nova em pedal longo. Fizemos em 2:20 o primeiro trecho, já contando com as paradas. No Mirante da Graciosa matamos um pastel A4 como diz o Clodoaldo, e realmente para uma folha de papel A4 dobrado no meio.

Nota

O pedal deviria contar com o Renato, Arce, Felipe, Clodoaldo, Alexandre, Paulo Formiga, mas os furos e problemas começaram ainda no inicio na BR 277, e como o luiz e eu tínhamos hora pra voltar resolvemos não esperar, o Renato ainda seguiu junto até o contorno, porém ficou um pouco para trás, achamos que logo chegaria, mas recebemos uma mensagem que ele tinha furado o pneu.

Paranaguá do Mirante da Graciosa

Paranaguá do Mirante da Graciosa

Resolvemos voltar pela BR 116 e fazia muito tempo que eu não passava por lá, fizemos mais uma paradinha no SAU da BR 116 para um café e retornando novamente pelo contorno. Cheguei em casa ainda 12:30 com 109km e média de 28,6 km/h.

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