Serra do Rio do Rastro

Por , 19 de julho de 2016 22:46

No final de 2014 estive nesta serra do Rio do Rastro, porém, foi uma passada rápida onde desci e subi fazendo somente a parte do concreto. Alguns dias a trás surgiu a ideia de ir pedalar lá novamente só que agora com mais tempo. Aproveitamos as minhas férias e do Luiz, convidamos o Arce e o André também de férias e saímos numa sexta feira a tarde para Lauro Muller.

A cidade não conta com muitas opções, para salvar a janta, o Arce tinha achado uma cervejaria, a Lohn Bier que fica na entrada de Lauro Muller e com um ambiente gostoso e uma cerveja IPA excelente, degustamos uma hamburger estilo gourmet.

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A ideia dessa vez era subir e depois descer e escolhemos Lauro Muller para passar a noite e iniciar sábado cedo. Achamos a pousada Beira Rio na internet que deixou muito a desejar, depois de uma noite meio mau dormida tivemos que tomar um café da manhã em uma panificadora que não aceita débito.

Nos reunimos as 07:00 na frente da pausada e saímos em direção a serra do Rio do Rastro e para minha surpresa, logo ao deixar o centro de Lauro Muller encontramos algumas boas subidas e para meu desespero as blusas a mais que eu tinha colocado para encarar o frio do inverno da região serrana de Santa Catarina já se mostravam quentes demais. O gráfico altimétrico indica que realmente só sobe saindo de Lauro Muller, mas a subida começa mesmo logo após passar um lugar chamado Guatá.

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Acertamos no dia, apesar do frio logo cedo o dia amanheceu com poucas nuvens e uma bela luz nas montanhas, o grupeto seguiu junto até o inicio do concreto, onde eu e o André paramos para tirar as blusas, o Luiz e o Arce seguiram sem parar e fomos nos ver novamente só no mirante.

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No mirante todos reunidos para algumas fotos da vista da estrada serpentinosa que tínhamos acabado de subir, após apreciar um chocolate quente, iniciamos o retorno. A descida na parte de concreto é bem travada e segurar uma bike road com curvas fechadas ali é um pouco complicado, já na parte do asfalto o a descida fica mais solta a sensação é que descemos em 10 minutos.

Capivari Menor (Morro da Antena)

Por , 12 de julho de 2016 23:52

O mês começou bem, iniciamos com uma montanha 74 km distante de São José dos Pinhais, o destino foi o Morro Capivari Menor, também conhecido pelo nome de Morro das Antenas, este faz parte do Pico Capivari Grande.

Sai sozinho de São José pedalando pelo contorno sul até encontrar o Luiz, Arce, Pedro e Formiga na BR 116 as 07:30 da manhã, amanheceu muito frio, já iniciei o pedal com 6 graus e baixou para 4 durante o trajeto. Sem muitos atrasos o pessoal chegou e seguimos em direção a São Paulo pela BR-116, o céu quase sem nuvens proporcionou um visual muito bonito do amanhecer.

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Passando o portal da Estrada da Graciosa para frente eu não conhecia e a partir deste ponto o acostamento fica mais limpo, como estava frio ainda o ritmo foi puxado e assim o corpo se manteve aquecido até chegar no posto que fica no pé do Capivari. Lá paramos para um lanche e últimos ajustes nos trajes antes da subida, eu tirei todas as 3 camadas de blusas que eu estava, pois sabia que ia esquentar e esquentou muito na subida.

Subi com uma relação 39×30 (sim, fomos de estradeira) e foi muito difícil, o trajeto até o topo do morro é todo feito em concreto, porém, tem uns trechos destruídos e com certeza uma MTB é mais aplicada para passar, o Formiga que foi mais sensato e colocou pneus de estrada na sua MTB e assim subiu com maior facilidade.

Após 34 minutos estava no topo do morro Capivari Menor com seus 3,5 km e trechos com mais de 20% de inclinação, o visual estava compensador.

Agora tinha o retorno, descemos com as bikes travas e no pé do morro ficamos esperando o Formiga que furou os dois pneus na descida e acabou descendo a pé e empurrando a bike.

No total foram quase 160 km com 3000 de altimetria, outras fotos no álbum.

Estrada do Capivari

Vista da estrada do Morro Capivari

Luiz, Eu, Formiga, Pedro e Arce

Luiz, Eu, Formiga, Pedro e Arce

Volta da Lapa

Por , 29 de junho de 2016 21:44

A muito tempo este pedal estava em minha lista de pendências, até que enfim neste fim se semana se concretizou, não lembro mais o ano, mas acho que foi em 2009, Gassner e Mildo foram para lá, mas eu acabei afinando por causa do tempo ruim.

Como sempre poucos interessados em realizar esta proeza, pedal longo e com altimetria alta, saímos de São José dos Pinhais eu e o Daniel em direção ao Barigui para encontrar o Luiz e o Arce. Sem muita enrolação partimos pela 277 sentido Campo Largo, antes de completar 10 km do Barigui o Arce furou a primeira vez o pneu dianteiro e foram 3 furos até chegar no Jusita, onde ele abandonou e solicitou resgate, a partir daí, seguimos em 3.

Quase chuva

O tempo estava frio e com bastante nevoeiro que ficou persistente até próximo a Witmarsun, o nevoeiro passou mas o tempo permaneceu frio e com muitas nuvens (Existia a previsão de abrir um sol). A partir de Witmarsun eu não conhecia a estrada e confesso que me surpreendi como as estradas estão muito bem conservadas e o visual muito bonito das planícies.

Foto By Luiz

Foto By Luiz

Apesar de haver algumas subidas fortes depois de São Luiz do Purunã, ao percurso desce bastante até o Rio Iguaçu em Porto Amazonas e depois deste rio o trajeto não dá alivio, é o tempo todo um sobe e desce uma verdadeira montanha russa até chegar na Lapa, neste trecho não tem nada além da cidade de Porto Amazonas onde passamos batido e provavelmente com um posto ou alguma loja para comer algo. Próximo da Lapa estávamos sem aguá e o Daniel quase chamando resgate, por sorte estava tendo uma festa na colônia Johannesdorf e conseguimos nos abastecer com aguá e seguir até a Lapa.

Paisagens de Porto Amazonas

Paisagens de Porto Amazonas

A ideia era fazer um lanche, mas após entrar em um restaurante próximo a estrada não resistimos e acabamos por almoçar ali mesmo, agora mais animado o Daniel resolveu continuar, mas tinha chão ainda para percorrer, mais uns 70km até São José dos Pinhais.

Saindo da Lapa em direção a Contenda tem uma serrinha que acaba no pedágio, a estrada continua muito boa com poucas subidas fortes e o ritmo foi tranquilo até chegarmos na Contenda, depois da Contenta começa um sobe e desce e não para mais, chagando em Araucária a paisagem já muda bastante o céu que já estava meio fechado ficou pior com aquele monte de fumaça das refinarias, a estrada com acostamento permanece muito boa, porém com muita sujeira, mas mesmo assim não tivemos mais furos nos pneus (Arce usou toda a cota).

Chagando no Contorno Sul Eu e o Daniel nos separamos do Luiz e seguimos para São José para fechar os 200km o Luiz seguiu para o Barigui e fechou com 177km. Pedal

Castelhanos

Por , 9 de novembro de 2015 10:28

Após quase 7 anos andando de bike pelas colonias de São José dos Pinhais e outras regiões, finalmente fui até a Colônia Castelhanos, sempre um contra tempo ou outro me impedia de ir até lá. Durante essa semana eu e o Daniel colocamos como meta executar esse pedal, e ir até lá neste fim de semana, nem que chovesse! O Daniel também compartilhava desse peso ciclístico em não conhecer o Castelhanos.

Resolvi fazer o percurso, tradicional ou seja, indo por dentro das Colônias, e depois pela Colônia Roça Velha, passando pelo Morro Redondo e seguindo em frente, peguei o track do Renato Pedaleiro que fez essa aventura lá em 2008, só que ao contrário. Nesta empreitada além do Daniel e eu, foram William Koep, Bianco, Valquíria e Diogo e o Amigo dele Anderson.

Saímos bem cedo, às 06:00 da manhã e a ideia era parar muito pouco, o dia amanheceu agradável e sem chuva, mas com o clarear do dia veio uma garoa e a neblina que ficou o dia todo e atrapalhou o visual dos lugares, a garoa virou chuva próximo do Morro Redondo e chegamos a cogitar o cancelamento e se contentar com o Morro Redondo somente, porém, a chuva parou e resolvemos seguir em frente, Diogo e seu Amigo retornaram embora.

Mantivemos uma passada boa até a bifurcação Usina Guaricana / Chaminé paramos ali para um lanche rápido e seguimos para onde apontava “Chaminé” onde tivemos uma sequência de descidas, mas logo veio as boas subidas tudo na faixa de 18% a 20% de inclinação ou seja, muito pesadas, neste ponto as garoa já estava presente novamente e foi assim até quase o final, a estrada não estava muito ruim, mas como estava muito molhado e com neblina, enxergar era um luxo, passamos a bifurcação da entrada da Colônia Castelhanos e subimos mais um pouquinho, a descida até o Rio São João foi rápida e estrada a estrada muito boa. Paramos na ponte para umas fotos e lubrificar a corrente e tirar areia dos conduítes, pois a subida mais longa era a próxima meta, subir de 300 metros até 780 em 5 quilômetros, estava preparado para o pior, pois os relatos dos amigos que andaram aqui anteriormente não era dos melhores, mas nos surpreendemos, a estrada como as outras que passamos estava muito bem conservada e tinha pontos onde a inclinação era pior que estava ate com asfalto 🙂

Rio São João

Ainda sorrindo!

Paramos logo após a subida para esperar e o frio bateu forte, suados e molhados da garoa, lá em cima o vento batia forte, a Valquiria sentiu a panturrilha na subida. Faltava ainda 3 quilômetros até a BR, chegamos lá ao lado de uma lanchonete e comemos alguma coisa e alguns lavaram as bikes em uma borracharia, ainda com um frio de lascar fiquei com o casaco e seguimos pela BR em um ritmo bem forte, na altura de Tijucas do Sul o radiador estava fervendo forte e fui obrigado a tirar o casaco, estava quase quebrando, pois estava suando demais.

Cheguei em casa as 13:40, 125 km pedalado com 20,6 de média e 2800 de altimetria, a próxima será Castelhanos com tempo melhor e ao contrario.

Mais fotos no álbum

Campo Magro e região

Por , 8 de setembro de 2015 21:29

Tenho andado muito de MTB para os lados de São José e fazia algum tempo que estava querendo voltar a pedalar para o lado norte da região de Curitiba e neste fim de semana deu certo, durante o pedal de speed com o Luiz resolvemos marcar o MTB para aqueles lados – Campo Magro e Região.

Saímos relativamente cedo do parque São Loureço eu, Luiz e Felipe em direção ao Canelinha o roteiro ficou a cargo do Luiz e foi bem escolhido com trechos com subidas bem inclinadas e estradões, o tempo ameaçava a chuva o tempo todo, mas foi chegar no canelinha começou uma chuvinha leve que logo após o pastel já tinha passado.

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Seguimos agora em direção a Almirante Tamandaré, onde já tem uns trechos com asfalto anti-pó e com isso o ritmo aumentou 🙂

Passei por alguns lugares que já pedalei e acabei lembrando mas alguns foram inéditos, a sensação de desorientação é péssima quando você não conhece bem o lugar, logo passamos por Almirante Tamandaré e em seguida pelo Sindicado dos Comerciários de Curitiba e lembrei do pedal da borrachada, desta vez não cruzamos o sindicado e seguimos reto agora em direção a Colombo, mais umas boas subidas e trechos de asfalto, onde já está em analise um possível pedal de speed para aquelas bandas.

Chegando em Colombo cruzamos o centrinho da cidade em direção ao parque da uva e logo pegamos a direita por um caminho ainda não explorado pelo Luiz, seguimos contornando Colombo até pegarmos uma subida longa que passa ao lado de uma pedreira desativa, um bom treino para as pernas, seguindo reto saímos no Santa Candida já em Curitiba.

Fechamos o pedal com 82km e média de 21,6 km/h em 3:50h.

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