Guaraqueçaba – Salto Morato – Parte 1
Salto Morato, um destino um tanto cobiçado e longínquo. Inciamos essa verdadeira expedição a partir de São Francisco do Sul em Santa Catarina, pois o Rafael tinha umas pendências naquela cidade e resolvemos partir de lá mesmo. Pedal mesmo só depois de atravessar a Baía da Babitonga , a balsa só saia as 16:30 e chegamos na Vila da Glória as 17:30, “belo horário pra se começar a pedalar”, enfim!, partimos em direção a Guaratuba passando por Itapoá e Barra do Saí.
Chegamos em Caiobá já era passado das 19 horas e resolvemos para e detonar 6 pães com mortadela e queijo e dois litros de Choco-Milk
Descansados rumamos agora para Paranaguá e isso já era quase 21 horas e noite. O ritmo foi bom e como estava noite a temperatura ajudou, pegamos a PR-407 que pelo menos tem acostamento, mas como toda estrada que é plana e com retas loooongas, tudo acaba ficando muito entediante. Não lembro exatamente que horas chegamos em um hotel de Paranaguá, mas chegamos bem cansados e com 106 quilômetros rodados.
Neste dia pedalamos muito pouco só 27 quilômetros, isso mesmo, saímos do hotel e fomos ao centro de Paranaguá achar ao barco para a travessia até Guaraqueçaba, que não estava muito longe, embarcados e foi praticamente a manhã toda, o barco saiu de Paranaguá as 9 da manhã e chegou em Guaraqueçaba as 11:30, lógico fomos direto achar um restaurante, Guaraqueçaba é assim: Trapiche que chega o barco, uma praça onde se vê quase toda a cidade uma ruazinha que sobe e tem outro restaurante e acabou
Onde está a antena é o final de Guaraqueçaba
Devidamente alimentados paramos em uma mercearia (acho que era a única) e compramos alguns mantimentos para passar a noite no camping dali saímos para o Salto Morato, um pedal bem curto o Salto fica a uns 18 quilômetros de Guaraqueçaba. Chegando lá no parque que é mantido pela Fundação O Boticário fomos informados que deveríamos ter efetuado uma reserva, mas como não havia ninguém acampando e estava tranquilo, foi permitida a nossa estádia lá. Alguns lugares da reserva parece com partes do seriado do Lost, aquele auditório no meio do mato, muito sinistro. Chegamos ao camping e logo fomos preparando o acampamento, podia chover e antes que isso acontecesse era melhor estar tudo arrumado, barracas prontas fomos atras do salto propriamente dito, antes passamos por uma ponte pênsil e pelo aquário natural, que na minha opinião é bem mais bonita que o salto, paramos neste aquário e entramos para refrescar o corpo, água extremamente gelada e muito limpa, dá para ver o peixes nos cercando.
Refrescados fomos até o Salto Morato, que realmente é muito alta, algumas fotos e missão cumprida, chegamos lá. Retornamos ao acampamento e a noite logo chegou também, repelente é atrativo para os pernilongos locais, não adiantava passar repelente eles atacavam da mesma forma, fomos dormir, já que não tinha muito a fazer.
Lá pelas 4 horas da manhã começa um dialogo, mais ou menos assim:
-”FABRICIOOOO!!!!”…
- hummm, fala.
- Cara você está fora da barraca?
- ????… não, estava dormindo!
- Cara eu escutei uns passos….
- ???
, não escutei nada.
Uma prévia inspeção ao redor do acampamento, sem sair da barraca é claro, e nada de anormal, Tentamos voltar a dormir e é claro que fica a dúvida depois… mais tarde, uns 40 minutos depois sou eu quem escuta os tais passos…
Não sei se foi o cansaço, mas acabei pegando no sono e felizmente nada aconteceu
Fotos desses dois dias:
São Francisco do Sul – Paranaguá 26/01/2010
Paranaguá – Guaraqueçaba – Salto Morato 27/01/2010
GPS:
São Francisco do Sul – Paranaguá 
Paranaguá – Guaraqueçaba – Salto Morato “Os dois caras com GPS não salvaram os tracks deste dia”

Bicho, seis pães com mortadela e dois litros de chocomilk??? Depois o cara vai parar no hospital e não sabe porque!!
Depois do perrengue que ele passou lá em SC, agora tem estomago de avestruz. Eu, hein?
Parabéns Fabrício, inaugurou a barraca, finalmente!
Renato
pelo visto só o MR Gorgonzola entrou na agua???
affff o pançudao nem entrou,,, imagina o fedô!!!
Dupla dinâmica:
* capitão Gorgonzola e recruta Coalho,,
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
mooooooooooooooooove
Então, somos todos normais então!
Quando acampamos aí, no meio da noite começamos a ouvir uns passos também. Até hoje ninguém descobriu se era um pássaro ou uma jaguatirica (segundo o pessoal do parque, a segunda opção).
Abraços
Show de bola! Quero fazer qualquer dia destes!!
[...] Da outra vez que passei por essa estrada que liga Vila da Glória a Itapoá não tinha percebido o areião que existe por lá, pois já cheguei com as pernas em frangalhos e também a fome bateu, faltavam 12 quilômetros para chegar na vila e foram os 12 piores quilômetros que já pedalei. Chegando na Vila da Glória fui me certificar do horário da balsa do Vigoreli e o último era 21:40. [...]