Curitiba – Morretes – Garuva via Estrada da Limeira
Este pedal estava em minha lista já algum tempo, pois foi o primeiro pedal em minha carreira cicloturisca e o qual eu não completei… Veja aqui Garuva – Morretes Pois é, a bike era outra, o peso era outro e o sentido também era outro.
Desta vez o projeto foi elaborado pelo Rodrigo Stulzer que pretende fazer um trekking de 100km
por este caminho e resolveu conhecer antes indo de bike
O dia já amanheceu sem nenhuma nuvem no céu, e prometia muito sol e calor, dito e feito, ao passar das 09:00 horas da manhã o calor já mostrava que ia nos castigar. Saíram de Curitiba as 06:30 da manhã em 09 pedalantes: Rodrigo Stulzer, Rafael Gassner, Luiz Oliveira, Mildo, Daniel, Fábio, Matheus, Renato Pedaleiro e o Markito. Eu iria encontrar eles no trevo da BR 277 com o contorno sul junto com o Marcos Wimmer, mas o Marcos teve problemas com sua bike antes de deixar Tijucas do Sul
– as 7:30 estávamos todos reunidos indo em direção a Morretes pela 277, o ritmo pela BR foi muito bom, na verdade cada um no seu ritmo, o Markito resolveu voltar do SAU, pois estava muito cansado. Paramos em um posto antes de Morretes para reabastecer as caramanholas, relaxar um pouco e reagrupar o time, o Matheus furou o pneu durante a descida, foi o primeiro de 6 furos no total. Logo em seguida estávamos na entrada da estrada da Limeira – o calor pegou de vez, não havia vento e muito menos sombra pra aliviar, de Alivio, somente o cambio do Gassner
Fizemos outra parada ao lado de um rio para refrescar a cabeça e o pensamento.
Em seguida veio a subida, 400 metros em menos de 5 quilômetros extenuantes devido ao calor que cozinhava os ciclistas e as pedras soltas, como diria o outro: “Tinha tanta pedra que quando o pneu da bike jogava uma para fora da estrada já tinha outra na vez para entrar na estrada” – Minha aguá pra variar acabou no meio da subida e pedalar sem água não dá. Foi quando achei um bica com água geladinha, aproveitei para refrescar a cabeça e encher as caramanhoas, a primeira salvação do dia! Ao ver uma curva com um leve declive e para direita não acreditei que ia acabar exatamente com 400 metros a subida e sim com uns 430, mas ao fazer a curva encontrei o pessoal ali sentado e uma lata de pêssego já tinha ido
Ficamos ali um bom tempo, teoricamente viria a parte mais fácil, descer sempre é mais fácil… O resto dos furos foram durante a descida o sistema foi bruto, entortei as duas rodas o Luiz com sua suspensão novinha abriu a bico, tamanha a quantidade de pedra solta, e vinha mais um monte de sobe e desce, a máquina digital do Mildo deu um mortal carpado que as peças se espalharam por uns 2 metros quadrados e depois de montada ainda funcionou!
Chegamos no recanto do Rio Canasvieiras lá pelas 2 horas da tarde e fomos direto para o rio refrescar, o Gassner logo veio com os sanduíches para matar a fome, no meio da comilança comi um pão “hidráulico” feito com linguiça frita, e adivinha! fui até a ponte pênsil passando mal. Na ponte nos despedimos do Rodrigo os demais estavam mais para trás, mas logo chegariam.
Foto de Luiz
Foto Rodrigo Stulzer
Partimos em disparada para Garuva: Eu Mildo, Rafael, Luiz e o Fábio e logo nos distanciamos uns dos outros, parei várias vezes para encontrar água e foi quando o Luiz me encontrou, ele também já estava quase sem água, mais afrente achamos uma boa alma que encheu nossas caramanholas – a segunda salvação - terminamos os últimos 12 quilômetros juntos até a rodoviária de Garuva.
Fechei o Pedal com 123 km e média de 20,9 km/h
Outros relatos: Luiz, Rodrigo Transpirando, Renato Pedaleiro
Fotos no álbum: Limeira 13/03/2010


Cara, como é que você publica uma foto minha empurrando a bike? Isto non-ecziste!
É Renatão isso non-ecziste… você está vendo coisas, a foto mostra somente a subida cheia de pedras.
Abraços!
Bicho, olhando as fotos do pedal do ano passado, que diferença hein! Rapaz tava pançudão mesmo. Agora é praticamente um atleta. Só falta começar a correr agora…
A bike foi pro estaleiro pra ficar pronta para a próxima! Não sei se a suspensão tem conserto…
Tinha o meu Alivio também!
mooooooooooooove mother fuckers!!!!
vc nao comeu pessego,, PANÇUDOOOOOOO
Ja fiz este caminho duas vezes em 2005 e 2006, na primeira acampamos no rio canasvieiras, e na segunda fizemos direto por incrivel que pareça nenhum pneu furou, em março estamos programando outra, eta pedal sugado…