Category: Cicloturismo

Estrada da Limeira

Por , 23 de fevereiro de 2015 16:25

Depois de quase 5 anos, volto para a Estrada da Limeira, mas agora bem mais hard.

Para começar saímos de casa as 23:50 de sexta-feira, Eu, Alexandre, Serginho, Felipe Rodcz e Marcelo Stancik pela BR 376 sentido Guaruva, o percurso foi bem tranquilo, pois imaginava que poderia sem meio tenso descer a serra durante a madruga, mas foi bem mais tranquilo. Chegamos em Guaruva as 3 da manhã, fizemos um lanche bem reforçado, pois a pedreira estava por vir. A vantagem de se pedalar na madrugada é que você não direito a roubada que está se metendo, 5 anos atrás a estrada estava muito complicada, muito cascalho solto, dessa vez foi bem mais tranquilo, boa parte dos retões Mantinham-mos uma média boa, o problema foi quando começou amanhecer, ai o cansaço pegou pra valer e ainda tinha a serrinha para passar, a estrada está com pontes novas e o caminho foi melhorado e muito, mas as pedras de rio próximo a serrinha e na serrinha ainda estão lá.

Amanhecendo na Limeira

Amanhecendo na Limeira

Vencido a serrinha estávamos na BR 277, chegamos por volta das 9 da manhã, agora além do cansaço tinha o calor, parei no restaurante Roda d´água e o Felipe logo chegou também, ficamos um bom tempo ali, tentando comer algo, depois de mais um tempo Serginho e Alexandre passaram reto pro Bela Vista e resolvemos ir até lá também. O Marcelo ficou na saída da BR esperando resgate. Depois de mais de uma hora parados vinha o verdadeiro teste, subir a serra até em casa, já era perto das 11 horas da manhã e o sol forte, subimos parando nas sobras e também paramos em um rio para refrescar um pouco.

Parada no Rio da Serra para refrescar

Durante a subida fui dividindo os desafio mentalmente, primeiro era chegar no alto logo após os viadutos, depois chegar no quebrado KM 49, Rio Pequeno, placa de Altitude, SAU e por fim casa.

Pedal bem difícil, foram 215km em quase 15 horas de pedal e 3800 de altimetria e sem dormir.
Algumas outras fotos aqui.

Nova companheira pro mato

Por , 2 de dezembro de 2014 11:37

Depois de quase 6 anos, dou adeus a minha velha companheira das trilhas, a Astro Comet que comprei em 22/01/2009 e já tinha seus 19.330 quilômetros, foram vários lugares que conheci com essa bike, mas o ciclo se completou e agora chegou a nova companheira com novas tecnologias, novo design novo tamanho, ou seja tudo novo.

2014-11-29 12.37.11

Me rendi a febre das 29ER, quando testei uma, percebi que ela realmente anda mais, então comecei a pesquisar e logo achei a Merida Big.Nine, fui a té a loja e vi de perto, dei uma volta na rua com ela e logo gostei e senti mais conforto na pedalada, só o guidão que é bem mais longo e a posição das mãos me incomodou bastante, a reclamação geral do pessoal são as subidas, mas é tudo questão de se adaptar, obviamente é uma MTB e nas subidas ingrimes com mais de 11% de inclinação o bixo pega, diferentemente da speed a roda traseira começa a patinar e por esse motivo se tem uma relação com 36 dentes no cassete, comparando novamente com a speed, as subidas que faço no asfalto com a speed fica em torno dos 12 a 14 km/h na MTB essa velocidade ficou em torno dos 8 a 10 km/h então muda pouca coisa, já em relação ao aro 26 essa velocidade não ficava muito distante e era entre 11 a 13.

Domingo fiz um pedal pesado com ela, fui até o Saltinho em Tijucas do Sul e voltamos pela BR. Foi um pedal de 130 quilômetros e 1600 de altimetria, de forma geral gostei, os próximos pedais vou sentindo melhor a bike.

Agora as ultimas fotos da Astro:

Cerne IV

Cerne IV

Cachoeira da Boa Vista

Cachoeira da Boa Vista

Curitiba à Blumenau – 200km de bike

Por , 19 de outubro de 2014 21:40

Durante a semana que passou um amigo me convidou para um desafio pessoal e resolvi participar com ele, o desafio era ir de Curitiba à Blumenau de bike e tirar uma foto na vila Germânica onde está acontecendo a Oktoberfest. Analisei a empreitada e vi que a distância ficaria em torno dos 200 km até lá, o roteiro escolhido foi descer a serra da BR 376 e indo por Joinville e entrando na estrada do Arroz que vai sair em Guaramirim, um pouco antes de Jaraguá do Sul, depois pegando em direção a Massaranduba. Essa estradinha entre Guaramirim e Massaranduba já estava em meus planos a muito tempo, a estrada em si é um pouco ruim para quem anda de bike de estrada, o acostamento é muito mal conservado e com tráfego bem grande de caminhões que passam bem rápido, já que a estrada é bem plana em boa parte do trajeto e de mão simples.

Plantação de arroz

Entrando em Massaranduba

Pegamos muito vento lateral e contra, o vento lateral foi na parte da estrada de arroz, eu nunca tinha pego um vento assim que quase me derrubou da bike umas quatro vez e depois no trecho entre Guaramirim até Blumenau foi de frente. A média ficou bem baixa nesses trechos, pelo menos o vento estava quente. Chegamos em Blumenau e me deparei como uma cidade bem grande, com muitos prédios e industrias, mas não fugindo da característica alemã com suas casas no estilo enxamel. Seguimos para a Vila Germânica e tiramos uma foto do portal da Oktoberfest, missão cumprida, foram 200 km até lá, agora era chegar na rodoviária e voltar para casa, por sorte tinha um ônibus praticamente saindo, foi em cima do laço 🙂

Apesar do vento forte durante boa parte do pedal e altimetria maior que o Audax de Floripa, foi bem menos sofrido, talvez por causa das paradas maiores e a preocupação menor com o tempo ajudou muito. Agora a meta é 300 km, talvez um Audax

Na roda :)

Curitba à Blumenau

Salto Morato – 2010

Por , 6 de março de 2014 16:54

Salto Boa Vista – Campo Largo

Por , 25 de fevereiro de 2014 21:34

Recentemente descobri um track para uma cachoeira em Campo Largo, achei que a maioria dos destinos em Campo Largo já estivessem percorridos, mas esse realmente foi inédito para mim e a trupe.
Reunidos: Eu, Mildo, Luiz, saímos do shopping Muller com destino ao Jusita em Campo Largo e lá esperamos a turma do Odois. Chegando no Jusita já com a chuva nos calcanhares e na esperança que passasse logo ficamos lá, lanchamos e esperamos e nada da chuva passar, Du, Lulis, Thiago e Cheps chegaram com a maior chuva. Nossa ideia era se continuar assim e o pessoal do Odois não chegar voltamos, enfim, seguimos…

No trevo em Campo Largo já seguimos em direção o Cerne por mais uns 17 km e pegamos uma estradinha de terra que nos levou até a porteira da cachoeira. São mais uns 5 km com subidas de guidão no peito, confesso que senti as penas na volta, pois eu tinha colocado o bagageiro com a bolsa e faz muiiito tempo que não ando assim, mas a estrada tem sua beleza!

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A cachoeira é muito bonita, segundo o Portal da Cachoeiras, com 38 metros de altura é a maior de Campo Largo.

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O Retorno foi bem doido, com subidas na faixa dos 12% tive que ter muita paciência, a chuva que não deu trégua nem um minuto foi outro problema, pois esqueci da capa de chuva e acabei passando frio. No retorno já estava certo de parar no Jusita novamente e matar uma polenta, acredito que seja a especialidade da casa, pedi uma com linguiça e ovo, isso era para garantir o retorno para São José dos Pinhais.

Foto – Mildo

Mais um tempo parado, o corpo realmente esfriou na hora de pegar a bike de volta, também fazia tempo que não andava na 277 de Campo Largo e lembrei o porque, aquele sobe e desce até Curitiba é de matar.

Foram 135 km de pedal com chuva em 80% do pedal, as pernas moídas e uma bela de uma gripe 🙁

Outras fotos no álbum.

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