Category: Cicloturismo

Colonia Marcelino

Por , 25 de dezembro de 2011 19:46

Relembrando, Colônia Marcelino 24/01/2011 – com Renato Machnievscz

Vila da Glória – 376

Por , 18 de dezembro de 2011 18:17

Nos reunimos no posto Casil as 6:30 da manhã, com céu totalmente aberto e com temperatura agradável, mas esse céu sem nuvens prometia muito calor. Saímos Eu, Zé, Mildo, Adilson, Melissa e Wini pela BR 376 sentido Santa Catarina. Mildo e Zé foram carregando alforjes, pois estão se preparando para uma viajem em janeiro. Nos empolgamos e seguimos forte pela BR, foram 3 furos de pneus somente, algumas paradas no meio do caminho para reagrupar. Cheguei em Garuva 10:08 logo o Mildo, Melissa e Wini chegaram, meia hora depois chegaram o Zé e o Adilson.

Manhã sem nuvens

Ficamos no posto de Garuva pelo menos uma hora e meia, hidratando e comendo algo, inclusive panetone e pêssego que o Mildo estava carregando nos alforjes. Há essa hora o sol já estava fritando o asfalto, protetor solar revisado e água abastecidas, saímos em direção a Vila da Glória.

Hidratação e alimentação

Este trecho, apesar de ser bem menor e não haver muitas subidas, foi o mais complicado, o calor pegou e castigou bastante, já era meio dia quando o pessoal começou a ver coisas, inclusive o tal do Ponto G :)

Eu estava de camiseta preta (um vacilo meu), minhas costas cozinhavam no sol, em uma das poucas subidas minha corrente quebrou, fui procurar a ferramenta e descobri que não estava levando ela, resultado: fiquei esperando o Mildo chegar, o bicho demorou, tinha parado para um banho no rio. Descobrimos depois que a ferramenta dele não vale nada. Fica aqui a dica: Marca Lifu fuja. Não consegui abrir o elo da corrente, logo chegou o Zé, ai sim o treco abriu…

Ainda faltava uns dez quilômetros até Vila da Glória… que sofrimento. A Melissa e Wini já estavam lá de velhos (já pedalaram 11.000km só esse ano), quando chegamos apareceu um Rafael, viajante de Vinhedo, que está promovendo o ciclismo na cidade dele – o cara vai até Floripa sozinho e sem barraca, dorme onde der, maluco.

O Ponto G

Resolvemos seguir até o lugarejo chamado Sai, cinco quilômetros a frente. Já parei lá antes com o Rafael Gassner e o Adilson Galiano, e tinha certeza que aceitava cartões de debito, bom, não aceita. Temporada chegando e facilidades não há, a travessia de barco para são chico era bem mais barato também, morremos com R$ 16,00 cada para atravessar com as bikes. Outra dica: fique em Vila da Glória, lá tem restaurante que aceita cartão debito e o ferry boat bem mais barato, entorno de R$ 1,50 o pedestre e R$ 1,00 a bike. Outro detalhe, no fim de semana o último barco ou o ferry boat sai às 16:00 horas.

Foto: Mildo

Depois de duas porções de isca de peixe e uma de camarão, atravessamos para São Chico, nos despedimos da Melissa e do Wini e seguimos para a rodoviária para comprar as passagens de ônibus para Curitiba. o único ônibus a tarde/noite é as 18:50 e vai chegar em Curitiba depois das 22:30, se pretende chegar em casa para um compromisso sério, tipo aniversário, esqueça.

Todo mundo moído e vagado pela cidade, paramos para apreciar um sorvete, um termômetro no centro da cidade ainda marcava 31 graus as 17:40.

Foram 138 km, média de 29.4 km/h, 3 pneus furados e uma corrente quebrada.

Tenso

Por , 10 de dezembro de 2011 19:16

Almoço em Morretes

Por , 22 de setembro de 2011 20:13

Final de semana meio nublado em com chuvisco, nada animador, porém, eu, Zé, Jairderson e Alceu, resolveram ir “almoçar” em Morretes, mas antes é claro uma volta de bike pela região e com direito a travessia de rio e ponte pênsil.

O trajeto foi bem curto, não chegou a 20 quilômetros, mas o que contava era o almoço :D

Resultado do almoço foram quatro bikes bastante sujas e sapatilhas ensopadas.

Mais fotos aqui.

Colônia Zacarias

Por , 11 de setembro de 2011 21:51

Depois do pedal de ontem, hoje sai para girar um pouco as pernas, amanheci sentindo um pouco a musculatura da perna e nada como um pedalzinho curto e leve, só giro. Pedalar sozinho as vezes desanima, então como não sabia como ia ser meu ritmo e também como as pernas iam se comportar, marquei como destino a colônia Zacarias que fica bem perto de casa, mas tem um pouco de subidas principalmente na hora de voltar pela Av. Rui Barbosa. Senti um pouco justamente na subida da Rui Barbosa, mas mantive o giro até chegar em casa. Fechei com apenas 25 quilômetros e média de 18 km/h. Tristeza é acostumar o traseiro novamente :(

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