Category: Cicloturismo

Trilha dos Jesuítas – 4ª Edição 21/08/2010

Sábado, pela previsão do tempo o dia ia ser com muito sol e quente, nada mal para um dia de inverno e a convite do Adilson Galiano, Rafael Gassner e eu iriamos subir o Morro do Canal e mais um pedalzinho a tarde em São José, até ele sugerir uma visita na fabrica onde sua futura esposa trabalha, porém, um simples detalhe, a fabrica fica próxima a fabrica de carros da Audi e estávamos próximo a o SAU da 277, então sugerimos “cortar” caminho pela trilha dos Jesuítas, já que ele não conhecia.

A manhã estava muito fria e com uma neblina muito forte, o sol foi dar as caras lá pelas 10 da manhã, mas em quando isso já estávamos suando pelas trilhas :D – Na entrada do caminho que leva para as trilhas encontramos um placa, dizendo Não Entre – Propriedade particular, até onde conhecemos a estrada é na verdade uma servidão – Resolvemos passar e ver no dava, acredito que esta placa foi devido aos motoqueiros que sempre estão por lá e além de detonar as trilhas, causam muito barulho para quem vive numa tranquilidade de zona rural. Realmente o caminho estava uma beleza comparado a outras vezes que passamos por lá. Em uma das paradas para cruzar o caminho lamacento, o Rafael identificou a pegada de um gatinho.

Seguimos em frente e aproveitamos para cruzar uma porteira que na outra vez ficou para trás devido ao receito de invadir, algumas subidas forte e outras trilhas pesadas “não pedaláveis”, logo saímos na estrada do 3 mata burros onde andamos somente um trecho e depois mais umas porteiras até sair na colônia Ronco, já era meio dia e tinha que passar pelas colônias Saltinho da Malhada, Malhada e Inhaíva até sair na BR 376. Na BR paramos em um posto que tem restaurante para almoçar.

Depois do almoço seguimos pelas estradinhas atrás do Paraná Golf até chegar na PR-025 e uma paradinha na fabrica, depois da visita seguimos em direção a Colonia Campina do Taquaral e Colônia Zacarias onde fomos sair na Av. Rui Barbosa.

Fechei o Pedal com 90 quilômetros e média de 16.8 km/h, média baixa mas com uma altimetria de 1250 metros.

Fotos:

Pedal Solo nas Colônias

Depois de quase 20 dias sem pedalar, hoje resolvi sair, o dia estava praticamente perfeito – sol, temperatura agradável e praticamente sem vento.

Sai um pouco tarde de casa mas mesmo assim o pedal rendeu legal, comecei a pedalar já era 15:30 e saí meio sem rumo, não sabia ainda para qual lado seguiria, a principio iria até o pedágio da 376, mas o pouquinho que andei na BR deu para sentir o drama, acostamento muito sujo e ventos no sentido norte – sul iriam causar grande dificuldade na volta.

Na altura da São Marcos resolvi entrar e pegar as estradinhas de chão e foi uma tranquilidade só, acabei escolhendo os caminhos que tinham mais subidas para desenferrujar logo de cara :)

No total foram 45 quilômetros com média de 18.4 km/h e 795 metros de subidas, um pedal bem tranquilo e no meu próprio ritmo, aproveitando a paisagem, o sol hoje proporcionou um dia magnifico.

As fotos foram tiradas com meu celular, uma pena pois poderiam ficar melhores.

Pedal Noturno

Hoje saí para um pedal noturno e fui até a pracinha onde geralmente os ciclistas se encontram para o pedal noturno, porém como faz algum tempo que não apareço nos pedais acabei não encontrando ninguém para pedalar. Resolvi então pedalar sozinho por São José dos Pinhais e curtir um pouco da noite, pedalzinho curto 20 quilômetros em uma hora. Espero que o pessoal não tenha desistido dos pedais na quinta-feira.

Curitiba – Ponta Grossa via Estrada do Cerne

Passado um ano e reeditado o pedal e hoje chamado de Cerne II, partimos para mais uma aventura este fim de semana. Sair de Curitiba e ir até Ponta Grossa pela estrada do Cerne, reeditado pois o primeiro foi com destino a cidade de Castro, e novamente contendo 12 pedaleiros, mas infelizmente não podemos contar com a presença dos colegas de pedal que juntos idealizaram este e o primeiro pedal Du e Rodrigo Stulzer, mas o Pedaleiro estava :)

Foto de Luiz

Saímos do Barigui por volta da 06:00 da manhã; Eu, Renato Pedaleiro, Rafael Gassner, Luiz Oliveira, Mildo, Daniel, Lulis, Arce, Rafael Sartori, Mr. Heil, Fabio, Maurilio; Estava bem escuro ainda mas pelo menos não tão frio, quando iniciamos o pedal e a primeira parada seria em Bateias para reagrupar todos e alguns tomarem seus cafés da manhã. Até ai tranquilo, mas depois o asfalto logo acaba e vem a estrada de chão com vários sobe e desce até chegar na parte mais baixa, o Rio Açungui com sua impressionante altitude de 585 metros do nível do mar. Aqui mais uma parada e reagrupamento da turma, ok! estamos em 11! falta um… cadê o XTR (Maurilio); Vamos as primeiras considerações: XTR, O Mildo logo que viu a bicicleta dele ficou admirado por possuir o grupo completo XTR, Quadro em fibra de Carbono e Rodas Mavic Crossmax SLX, e a partir dai ficou apelidado de “XTR”. Voltando ao assunto, o cara simplesmente pedalava mais que todo mundo junto, parecia que estava de speed só que sem a speed e sem o asfalto, enfim, partimos em 11 mesmo para Ponta Grossa. Depois do Rio Açungui começa uma subida bem puxada, na verdade várias subidas bem puxadas e intermináveis, mas todos sobreviveram, inclusive eu que pouco tenho andado de bicicleta e estou bem destreinado.

Foto de Luiz

Lá no topo da subida tem um bar conhecido como Bar do Nei, somente aqui fui ver a cara do nosso amigo “XTR”, aqui paramos para comer, teoricamente seria o almoço, agora o desaparecido era o Fábio que não viu o pessoal pegar a entrada para o bar e passou reto.

Maurilio "XTR"

Alguns acharam que o pior já tinha passado e realmente o pior já tinha passado, agora vinha o pior de todos e muito mais subidas e cada vez mais frio. Alguns ficaram para trás e outros distanciaram-se e o XTR? sumiu novamente, conta a lenda que pedalava ao lado do Gassner e subia os paredões e descia para acompanhar o pessoal até chegar a hora também não viram mais.

Foto Daniel

Em meio ao cansaço e vários morros encontramos o Rafael Gassner e o Fábio em uma mercearia onde acabamos esperando todo o resto do pessoal menos o XTR. Saímos para uma parada na Pedra Grande e outra nas Dolinas-Gémeas, acabamos passando a entrada de acesso a Pedra Grande e por acaso achamos a trilha para as Dolinas, ventava muito forte, mas valeu as fotos.

Mais a frente começava o asfalto onde é conhecida como a rodovia do Talco. Logo em seguida encontrei o Rafael e o Luiz parados pois o Luiz tinha quebrado a corrente mas já tinha consertado, após todos juntos apareceu o XTR vindo de Ponta Grossa, que loucura, não!! saindo de mansinho escuto um FUDEUUU!!! bem alto, o Luiz tinha desta vez quebrado cambio, gancheira, faltando 20km para chegar em Ponta Grossa.

Foto de Luiz

A principio pegaríamos a van lá e voltaria para resgatar o bicho, Lulis e Fábio que tinham ficado com ele, mas em quanto guardavam as bikes na van, o Mildo recebeu uma ligação de que eles estavam vindo no pedal mesmo :-O o Fábio deu uma de MacGyver e o Luiz chegou em Ponta Grossa com apenas uma marcha.

Pedal pesado, fechei com 130 km, média de 17.4 km/h e 2500 de subidas acumulada tudo isso em 12 horas de pedal.

Fotos:

Outros Relatos:

Projeto de Cicloturismo no Paraná

O Instituto Pró-Bike e Bem-Estar foi procurada para elaborar um Circuito de Cicloturismo no interior do Paraná a 250 km de Curitiba.

Eles estão procurando pessoas que tenham interesse em trabalhar como freelancer neste projeto. A duração prevista é de 6 a 8 meses. A princípio são 10 municípios que vão entrar no circuito, o número, porém, pode aumentar para 19.

O IPBBE foi fundado em 2001 e tem como objetivo incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte e promover a alimentação adequada e saudável do ciclista. A área de atuação do IPBBE engloba projetos para utilizar a bicicleta para ir para o trabalho, para a escola e faculdade ou às compras. Além disso, trabalha no segmento do Cicloturismo Urbano e Assistido. Todos estes projetos envolvem tanto a parte técnica do uso da bicicleta quanto os cuidados com o bem-estar físico do ciclista através de uma alimentação balanceada.

O trabalho do IPBBE não se limita apenas à execução de projetos, mas abrange também a participação em eventos e a realização de palestras sobre as questões da alimentação correta do ciclista e do uso cotidiano da bicicleta no trânsito urbano conscientizando administradores públicos e privados, empresários, formadores de opinião e a população.

Todos os projetos têm um objetivo geral igual: Incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte. Os diferentes grupos alvos, porém, exigem métodos diferentes para atingir o objetivo. Sempre a partir de diagnósticos detalhados que ajudam esclarecer a situação real e atual do município, da empresa, escola ou instituição de ensino superior, serão desenvolvidas atividades e ações específicas para os grupos alvos de cada projeto.

O trabalho do free-lancer será principalmente “testar” as rotas anteriormente definidas e elaboradas, fazer, portanto, um trabalho em campo “pedalando”. Pode ocorrer, dentro de outra fase do projeto, a necessidade de um outro trabalho (edicação de textos, relatórios etc.).

Quem quiser mais informações escreva para: ulrich.jager@gmail.com.

Interessados podem mandar um CV resumido informando também a disponibilidade de tempo e pretensão salarial para o projeto para o mesmo endereço.

Via: Grupo de Transporte Humano