Depois do pedal de ontem, hoje sai para girar um pouco as pernas, amanheci sentindo um pouco a musculatura da perna e nada como um pedalzinho curto e leve, só giro. Pedalar sozinho as vezes desanima, então como não sabia como ia ser meu ritmo e também como as pernas iam se comportar, marquei como destino a colônia Zacarias que fica bem perto de casa, mas tem um pouco de subidas principalmente na hora de voltar pela Av. Rui Barbosa. Senti um pouco justamente na subida da Rui Barbosa, mas mantive o giro até chegar em casa. Fechei com apenas 25 quilômetros e média de 18 km/h. Tristeza é acostumar o traseiro novamente
Hoje, enfim, consegui sair para um pedal. Acordei cedo e encontrei com o Adilson Galiano que veio de Curitiba e passou em minha casa, acho que ele queria garantir minha presença no pedal
Seguimos rumo a Colônia Murici e lá decidiríamos o caminho a seguir. Chegamos na santa e resolvemos ir em frente no sentido da colônia Gamelas e quando vi estávamos passando pela igreja da Papanduva da Serra. Descemos a pequena “serra” e pegamos uma entrada e esquerda que não conhecia com uma boa subida, passamos por um local chamado Curralinho e depois Capão Grosso, mais algumas subidas e chegamos na colônia Mergulhão. Uma boa volta de mais ou menos 40 quilômetros, as pilhas do GPS acabaram quando chegamos no Mergulhão, mas o odômetro marcou 48 quilômetros no total. Acompanhei o Kowalsky até o posto Casil e voltei para casa.
O que fazer quando o trabalho dá uma folga e ainda mais numa sexta-feira??
Sair para pedalar cedo. Hoje foram três alegres pedalantes a enfrentar o frio e a neblina de uma manhã com 8 graus.
Encontrei com o Mildo e o Luiz no Parque São Lorenço as 08:30 para um pedal entre os morros da Cruz, Mirante de Almirante Tamandaré e outro mirante menos também em Almirante Tamandaré.

Foto de Luiz Oliveira 2MP
Os dois estavam com um horário mais flexível que o meu e por isso só subi o Morro da Cruz, já andei por uma vez em janeiro do ano passado com o Lyra e o Mildo, mas não subimos pois tinha chovido muito e algumas barreiras tinham caído. Desta vez eu subi, e apesar de estar bem fora de forma subi todo o trecho no pedal, algumas vezes, ou melhor várias vezes tive que parar para empurrar o coração goela a baixo pois queria sair pela boca.

Foto de Luiz Oliveira 2MP
Até chegarmos em Colombo o tempo estava fechado e com bastante neblina ou será que era as cinzas do vulcão??? Mas logo que começamos a subir o dito morro o tempo abriu e o visual lá de cima do morro 1200m compensa o esforço. Descemos pelo lado de trás do morro, como o Mildo tinha dito era o lado mais sujo… imaginei várias pedras soltas e uma inclinação forte, quem dera! estava mais parecido com a trilha dos Jesuitas – aí eu entendi o porque do lado mais sujo


Foto de Mildo

Aparte mais limpa
Seguimos por mais algumas estradinhas até chegar no centro de Colombo, já era 11:15 e o compromisso me chamava, nos separamos em Colombo eu segui para o parque São Lorenço, Mildo e Luiz seguiram para os outros dois morros.
Fechei o pedal com 40 quilômetros e altimetria de 800 metros, as pernas estão melhorando aos poucos.
Mesmo com a baixa regularidade nos pedais, hoje atingi a marca de 13.000 quilômetros pedalados. Sai para uma voltinha para não enferrujar de vez as pernas, as pernas sofreram um pouco hoje, mas nada se compara com a dor que sentimos no traseiro… é essa é brava de aguentar.
Aproveitei o sol que está aparecendo durante a tarde e sai em disparada para o lado das colônia Murici. Fui até a pedreira São Mateus e depois a esquerda, é um local onde eu gosto de passar e não fica muito longe.

Chegando na pesque e pague do Cachimbo fui para o lado do Rio Pequena, como disse antes o traseiro já me ardia e pegar aquele paralelepípedo do caminho do vinho não ia ser nada agradável. Aumentei o pedal em mais 5 ou 7 quilometros, cruzei o contorno sul no finalzinho da tarde é vento frio chegou com toda força, mas ai já estava perto de casa.

Fechei com 38 quilômetros sofridos. Vai demorar para recuperar o nível de antes.
Recebi um convite do Adilson Galiano para pedalar no sábado passado (16) e aproveitando que tudo iria dar certo, resolvi encarar um pedal com uma turma. Iniciamos o pedal 9:30 da manhã, eu, Adilson, Zé e Manga. Saímos em direção ao Barro Preto seguindo pela Alameda Bom Pastor e no caminho definiríamos o trajeto, já que ninguém tinha proposto algum, somente a direção.

Chegando na colônia Murici, resolvemos seguir por um caminho não muito longo, pois tínhamos em mente ir almoçar em algum lugar (também não definido, mas que iríamos definir mais tarde). Cortamos por estradas secundárias na colônia Murici e saímos logo abaixo da igreja da Murici e depois seguimos em direção a igreja do Avencal, mas não lembrava das subidas um pouco longas que tinha pela frente, e o Manga começou a sentir elas, mas como o pedal foi sugerido pelo Adilson e já com o nome de ferrugem se bem que o Adilson e o Zé estão em boa forma ciclística eu e o Manga em boa forma de padaria

Ao chegar na igreja do Avencal, quase todos estavam sem água e o sol extremamente forte e a esperança de chegar em um bar próximo dali e abastecer com água as caramanholas desapareceram quando chegamos e vimos o bar fechado. Minhas contas (na verdade do GPS) indicavam mais 12 quilômetros até ao restaurante que definimos enquanto pedalávamos. Passamos ainda pela colônia Gamelas e de volta a pela Murici onde, lá sim, compramos água.


A fome apertou mas o calor ficou extenuante e minou as forças, chegamos no Costelão do Schapieski onde matamos uma alcatra gigante. Depois do almoço acompanhei o pessoal até o centro de São José, o Zé ficou em casa o Adilson e o Manga seguiram para Curitiba e eu para casa.
Fechei o pedal com 54 quilômetros e bem cansado, mas com a média 17 km/h.