Colonia Marcelino
Relembrando, Colônia Marcelino 24/01/2011 – com Renato Machnievscz
Relembrando, Colônia Marcelino 24/01/2011 – com Renato Machnievscz
Encontrei com o meu primo e resolvemos sair para um girinho pela cidade e o destino foi o parque São José, antes conhecido como parque náutico. Em Junho ele foi inaugurado pela prefeitura de São José dos Pinhais como parque para o lazer da população, já que o outro parque “linear” do outro lado da avenida das Torres vai custar rios de dinheiro e talvez nem vire parque, ele resolveu aplicar melhorias no abandonado mesmo. Não é um Barigui, mas está ficando bom.
Já passei por esse parque antes, e como eu disse, estava completamente abandonado, até ponte faltava. O parque estava bastante movimentado e para variar cheio de carro, falta algumas coisas ainda, como por exemplo uma ciclovia ou ciclofaixa para acesso ao parque, não que as ciclovias devam levar somente a parques, mas não existe segurança alguma em transitar de bicicleta pela avenida das Torres.
Foto da ponte que não existia antes, feia e falta segurança, mas… está lá.
Pedalzinho leve de 18 quilômetros, no ritmo bem sossegado.
Era para ser somente uma voltinha até a Murici, mas acabei me empolgando e fui até a colônia Inspetor Carvalho. Depois do almoço a chuva parou e o tempo abriu, não resisti… pedalzinho de 40 quilômetros em duas horas, para fechar o fim de semana. O Sol do fim da tarde proporcionou um visual deslumbrante.
Mesmo com a baixa regularidade nos pedais, hoje atingi a marca de 13.000 quilômetros pedalados. Sai para uma voltinha para não enferrujar de vez as pernas, as pernas sofreram um pouco hoje, mas nada se compara com a dor que sentimos no traseiro… é essa é brava de aguentar.
Aproveitei o sol que está aparecendo durante a tarde e sai em disparada para o lado das colônia Murici. Fui até a pedreira São Mateus e depois a esquerda, é um local onde eu gosto de passar e não fica muito longe.
Chegando na pesque e pague do Cachimbo fui para o lado do Rio Pequena, como disse antes o traseiro já me ardia e pegar aquele paralelepípedo do caminho do vinho não ia ser nada agradável. Aumentei o pedal em mais 5 ou 7 quilometros, cruzei o contorno sul no finalzinho da tarde é vento frio chegou com toda força, mas ai já estava perto de casa.
Fechei com 38 quilômetros sofridos. Vai demorar para recuperar o nível de antes.
Meus pedais andam extremamente parados, curtos e sem continuidade nos dias. Domingo dia 22 resolvi sair para uma volta um pouco mais longa, “entenda esse um pouco mais longa acima de 20km”, e a idéia era ir até a um dos parques de Curitiba. Saí por volta das 15 horas e peguei a BR 277 fui primeiramente sentido ao Jardim Botânico, o vento já era considerável contra lógico mesmo assim consegui manter uma média de 24 km/h, pouca gente pedalando na BR para um domingo. Chegando no Jardim Botânico vi que estava completamente cheio, muitas pessoas e o mais agravante, muitos carros. Por falar em carros, tive um tremendo estresses com um “cidadão” aposentado, proprietário de um carrão preto e com carteira de “policial”. Estava eu tentando passar da area de estácionamento do Jardim Botânico para a parte mais alta onde fica o velódramo, como vocês podem observar pela imagem abaixo, existe um caminho asfaltado que leva até lá, porém o dito “cidadão” resolveu largar seu “carrão” preto e deixar mau estacionado na vaga, que por sinal a prefeitura deveria proibir o estacionamento neste local de acesso, quando passei por ele, o “cidadão” pulo de dentro carrão e começou a gritar comigo, como eu estava com os fones de ouvido e curitindo uma música resolvi ignorar o mesmo, quase concluindo a subida com a vovozinha, levei um susto, o “cidadão” subiu correndo e agarrou o guidão da bicicleta e berrando sugeriu que eu havia batido em seu “carrão” e o mesmo exigia que eu lhe pedisse desculpas, achei a cena meio ilária no momento e logo em ceguida me mostrou sua carteira de identidade policial na tentativa de indimidar, solicitei a ele que não mais tocasse em minha bicicleta e muito menos em mim, e falei que quando passei encostei apenas meu corpo no retrovissor do “carrão” e que isso com absoluta certeza não causaria danos, o cara – “cidadão” tentou me derrubar me puxando, ai ficou louco e tentou me agredir… fiquei só esperando este momento, infelizmente não veio. Com a quantidade de pessoas que estavam presentes aquele “cidadão” ia passar um mal bocado dando explicações a seus colegas em uma DP qualquer.
Passado o estresses, vi que ali não era ambiente familiar ou tão pouco para pessoas que querem um pouco de sossego, resolvi ir até o Parque Barigui, cruzei o centro e peguei a Padre Agostinho e logo um tremendo subidão, aqui senti a falta que a bicicleta está fazendo, depois veio as descidas e por fim o parque, encontrei com minha esposa e meu filho, passeamos um pouco e voltamos de carro, claro! as pernas já não tinham mais condições de voltar 30 e pouco quilometros.
Fechei com 34 quilometros e média de 19,5 km/h.
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