Fabrício Souza |

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fev/10

28

Trilha dos Jesuítas

Eu estava com a manhã comprometida e não daria para ir no pedal do Leandro – lá pelas bandas da Serra dos Veados, o Mildo também estava com problemas em sair cedo, resolvemos então de última hora pedalar aqui por São José dos Pinhais e encontrar com um outro grupo que ia fazer um pedal mais light – Jaiderson e o Zé. Mas para minha surpresa o Rafael veio junto com o Mildo e como estava relativamente cedo para encontrar a turma, saímos em direção a Roça Velha para coletar uns track por lá, mas no meio do caminho encontramos várias estradinha que eu não conhecia e também não estavam no GPS.
Logo no começo já começou a sina… perto da Col. Murici o meu pneu traseiro furou, e logo em seguida em menos de 5km mais um furo, meu lógico… Foram no total 5 furos, 3 furos meus, 1 do Mildo e outro do Rafael.

Ao chegarmos na Colônia da Malhada, paramos em uma lanchonete que esta sempre aberta “Sábados e Domingos” abastecemos as caramanholas e a barriga também. O Mildo viu que seu pé de vela estava quase desmanchando, todos os parafusos das coroas estavam soltos e caindo, um se foi.

Resolvemos voltar, o tempo começou a ficar meio fechado, mas escolhemos voltar pelas Gamelas e depois fazer o 3 Mata Burros e acrescentar ainda a Trilha dos Jesuítas, já que não daria mais tempo de encontra o outro grupo.
Seguimos em direção das Gamelas achamos mais umas estradinhas mas nenhuma tinha saída, e depois veio as subidas até chegar no ponto mais alto 1013 metros na Papanduva da Serra, logo em segui viria o sobe e desce dos “3 Mata Burros” passamos por um mata burros visível ainda.

Mais a frente depois de muito sobe, pegamos a entrada da trilha dos Jesuítas, que já estava cheio de lama :) e ai começou a diversão.
Diversão??? – ah, é por causa da lama né?
Quase isso, o Mildo estava com pneus slicks e andar em trilhas com este tipo de pneu não é muito recomendado, abaixo está o motivo :D

5 Pneus furados = R$ 30,00
1 Selim quebrado = R$ 48,00
3 Revisões = R$ 180,00

Ver o Mildo esticado no chão = Não tem preço!

Enfrentamos a trilha e uns motoqueiros também, a trilha estava boa, muito barro, muita água, muita valeta e muita pedra lisa, até o Rafael quebrou o seu banco ao cruzar uma dessas valetas.
Chegamos na 277 cansados e muito sujos, paramos no SAU e matamos um café, o Mildo agora puxando o pelotão a 40km/h com seus pneus slicks.

Cheguei em casa bem cansado, achando que ia ser um pedalzinho light, fechei com 76 km pedalados, média de 19.32, 1060 de altimetria em 6 horas de pedal e 4 horas pedalando.

Mais fotos: Trilha dos Jesuítas

GPS: GPSies - Malhada - Trilha Jesuítas 27/02/2010

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fev/10

22

Morro do Cal

Sábado resolvemos partir para uma exploração, o Leandro achou no Google Earth, o Morro do Cal em Campo Magro. Nos encontramos em frente a TagBike. Eu, Tui, Leandro, Guilherme e Bruno, seguimos em direção do parque Barigui onde encontramos o Daniel.

Decidimos evitar o asfalto e seguir por estradas de terra, pegamos a trilha que vai por trás da Copel e depois umas estradinhas com subidas bem pesadas, ate a Colônia Dom Pedro, onde paramos em frente a Igreja para um lanche rápido.

O calor começou a apertar e fizemos mais algumas paradas para comprar água. O Guilherme teve um problema com o eixo da roda traseira um pouco antes de chegar na igreja Miqueleto. Faltava pouco para chegar mas o Bruno já mostrava sinais de estar muito cansado.

Pegamos mais algumas subidas e outras boas descidas e não achamos a entrada do morro, perguntamos para uma moradora e ela nos explicou o cominho da roça, ou melhor o cominho do morro. Levamos as bike até onde deu e depois fomos a pé por uma trilha cheia de cascalho e íngreme. Tiramos algumas fotos e descemos, o Bruno foi o único que subiu completamente o morro, os demais ficaram na estrada aguardando em uma sombra.

Na volta, todos estavam bem cansados e com fome, paramos em uma venda e tomamos umas “gasosas” na dúvida se encontraríamos algo aberto mais adiante. Já eram 2 horas da tarde e provavelmente não iria ter almoço em Campo Largo, por sorte achamos um restaurante a beira de estrada onde paramos e matamos a fome.
Seguimos pela 277 até a altura do Museu do Mate onde pegamos a rua Mato Grosso e seguimos até o Parque Passaúna onde pegamos a trilha ecológica e descansamos no final desta.

Saindo dali, fomos em rumo ao Parque Barigui e tomamos um caldo de cana para encerrar o pedal.

Fechei o pedal com 96 quilômetros e média de 18,18 km/h.

Fotos: Morro do Cal 20/02/2010

GPS: GPSies - Morro do Cal 20/02/2010

Relato e fotos do Leandro: Cicloturista Urbano – Morro do Cal

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fev/10

19

Depois do carnaval…

É hora de retomar as atividades, acabou a mordomia. Depois de passar o feriadão trabalhando, lendo alguns livros, curtindo com a família e perder um pedal muito legal, que você pode ler no Pedaleiro e no Dois MegaPixel. Resolvi descer a serra pela 277 com o Mildo, mas o tempo não estava ajudando nem um pouco. A ideia era descer até o trevo de Morretes e voltar, mas quando chegamos no SAU antes do pedágio, fomos informados que estava chovendo muito forte na serra, ficamos ali tomando um café quente, aos poucos foram chegando motoristas que vinham do litoral e nos alertavam sobre a chuva :( Como o Mildo estava com os pneus slick de 1.15 resolvemos não descer.

O pedal acabou ficando curto, fechei com um pouco mais de 50km e com as roupas molhas.

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dez/09

21

Canyon do Amola Faca

No pedal do domingo passado havíamos combinado de fazer um “último pedal do ano” esses acima de 100 quilômetros, mas ninguém sugeriu nada e logo no começo da semana o Leandro enviou a proposta de pedal pelo Canyon[bb] Amola Faca :) uma excelente sugestão.

Sai já era 06:20 da manhã e estava um pouco frio mas gostoso para pedalar, ainda mais que eu estava atrasado, iria encontrar o pessoal as 07:00 no Passeio Público então pedalei rápido e ainda cheguei 10 minutos atrasado, lá encontrei o Mildo, Pedro e o Renato Pedaleiro para minha surpresa, ele andava meio afastado dos pedais. Mal cumprimentei a turma e partimos para a Havan Barigui onde o combinado era 7:30, chegamos todo juntos, e partimos em 8 pedalantes Leandro, Du, Jops, Busa, Pedro, Mildo, Renato e eu.

Iniciamos em ritmo muito bom pela BR-277 até a entrada de Campo Largo onde paramos para um café da manhã, e ainda continuo me perguntando “esse pessoal pedala para comer ou come para pedalar!”

Seguimos em direção a São Luiz dos Purunã, logo apareceram os “speedeiros” eu, Mildo e o Du pegamos o vácuo deles e fomos longe e de Mountain bike[bb].

Foto: Mildo

A subida da serra de São Luiz do Purunã foi tranquila, logo no fim da subida o Du nos alcançou e ainda pregou uma peça no Mildo que por sua vez mostrou que ainda é bruto :D , atravessamos a rodovia e nos reunimos novamente em um ponto de ônibus ao lado do pedágio e aproveitamos para mais uma descansada mas agora era mais tranquilo pois já tínhamos atingido 1130 metros de altitude e agora era só descer para 860 metros até Balsa Nova onde um almoço suculento nos esperava, mas antes de chegar em Balsa Nova nos deparamos com uma parede alguns tiveram de empurrar a bike também pudera o sol já castigava e já estava próximo do meio, passado o perrengue chegamos em Balsa Nova, almoçamos e tiramos um merecido descanso na praça da cidade.

Tá espera ai! e o tal canyon do Amola Faca? Não sei eu também não vi! :(

A volta foi mais tranquila ainda, pelo menos até pegar o asfalto da BR-277. O sol brilhava forte e o almoço pesava, paramos em uma venda para comer uns sorvetes em uma cidadezinha chamada Bugre que fica entre Balsa Nova e Campo Largo, a história do asfalto! Esta parte sempre é a mais complicada sol e um mais sobe do que desce o Renato começou a sentir as pernas e paramos em Campo Largo para comer umas sobremesas de fruta e descobri o tal salame sem gordura :)

Eu, Mildo, Renato e Pedro saímos um pouco antes do resto do pessoal, o Mildo e o Pedro logo distanciaram-se e eu segui com o Renato que começou a sentir muito a sua perna, fizemos algumas paradas estratégicas e logo chegamos em Curitiba.

Me despedi do Renato e segui para São José dos Pinhais, escolhi a canaleta da Marechal Floriano e peguei um vento forte até chegar em casa, me desgastei muito e já faz mais de um mês que não faço um pedal logo o último foi o Sete Suicida acabei sentido a perna também.

Outros relatos

pedaleiro.com.br
CicloturistaUrbano

Números do Pedal

Distância – 168 km
Média – 21.20
Tempo pedalando – 08h 02′
Tempo total – 10h 13′

Fotos
Canyon Amola Faca

Georreferência
GPSies - Canyon Amola Faca

BlogBlogs.Com.Br

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dez/09

13

Pedal de Domingo

Depois de três semanas sem nenhum pedal consistente, retomei as atividades, sabe como é, fim de ano chegando tudo fica meio corrido e começa a faltar tempo para o lazer. Mas pedalar é preciso. Quarta-feira resolvi dar uma volta por São José mesmo e escolhi um trecho com bastante subidas, achei uma ciclovia pelo GPS que cruza o Parque Iguaçu, nunca tinha visto esta ciclovia e o trecho é bem bonito mas no finalzinho da ciclovia existia uma ponte que não estava mais lá, pensei que teria de voltar tudo novamente mas achei um caminho alternativo que descia lateralmente o barranco e cruzava o leito do rio que estava seco, ainda bem. Neste dia fechei o “treino” com 30 quilômetros e média de 18.2 Km/h.

Já na quinta-feira fui até o Clube Aliança para uma aula de natação, e depois da como não estava chovendo (Quase um milagre) dei uma esticada até o posto da policia rodoviária na BR 376 uns 2 quilômetros antes do pedágio, a ideia era ir até lá no pedágio, mas o tempo virou quase que instantaneamente, começou a ventar muito forte e a chover naquela região por este motivo retornei embora, com o vento ajudando a média aumentou um pouco e fechei este dia com 51 quilômetros e a média em 23.8 Km/h.

Sábado pretendia pedalar, mas por motivos profissionais acabou não sendo possível, e também pudera com a chuva torrencial que caiu perto do meio dia me desanimou completamente, deixei para hoje pois já estava marcado o pedal “bate e volta” que o Mildo agitou, bate e volta para eles que saem de Curitiba e vão até o pedágio e retornam para mim fica bem mais curto o pedal, mas resolvi acordar mais cedo e encontrar o pessoal no ponto marcado que era o Passeio Público, assim aumentei o pedal em 20 quilômetros só para compensar a diferença. Compareceram para o pedal o Mildo, Luiz O. do 2MP, o Rafael Tyska do Wolfskin e um amigo do Rafael o outro Luiz ambos conheci neste pedal, saímos perto das oito horas da manhã, eu era o único com a bike acima dos 17 quilos, estava com meu Rack Top Pack[bb] antes de pegar a BR tivemos um pneu furado, reparado o pneu partimos em ritmo alucinante eu Mildo, Luiz O. e o outro Luiz, o Rafael começou a ficar para traz, mantivemos uma média de 28 Km/h apesar do vento contra, paramos no final da subida da acadêmia do Guatupê para esperar o Rafael que neste momento estava muito longe, até o SAU foram mais uns 10 quilômetros e fui mais tranquilo batendo papo com o Luiz O., chegamos no Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) e lá encontrei seu Wilson, batemos um papo e ele logo se despediu. Comemos alguns cookies e bolachas e descansamos tiramos umas rixas “saudáveis” com os speedeiros e voltamos embora, agora com o vento a favor e como diz o Mildo foi um MELLL… até speedeiro no nosso vácuo tinha, é mole! Ao chegar no trevo da Rui Barbosa me despedi da turma e fui para casa, cheguei cedo 10:30 da manhã, deu até pra fazer uma moral com a patroa :D e o Mildo com o Odois.org, acabei fechando o domingo com 71.21 quilômetros e média de 25.6 Km/h.

Georreferências

GPSies - Treino 09/12/2009 Pedal em São José dos Pinhais

GPSies - Treino 10/12/2009 Pedal pela BR 376

GPSies - Pedal Domingueiro SAU 277 Pedal BR 277

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