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Festive 500 – O Desafio

Por , 31 de dezembro de 2013 20:33

Pedalar 500 quilômetros em 8 dias, parece muito? ou nada muito extremo? Se você dividir a distância por 8 são 62,5 km por dia, mas tinha que ser entre os dias 24/12 a 31/12 e como se trata de dias festivos e também intercalados com dias de trabalho, não ia ser fácil, talvez o principal desafio seja convencer a você mesmo a acordar mais cedo e depois a patroa que você vai pedalar todos os dias e no feriado também 🙂 Talvez isso tudo não seja tão difícil para considerar um desafio, pois o desafio maior, acredito eu, que seja para aquele povo que vive no hemisfério norte. Muitas fotos foram postadas no instagram com a hastag #festive500 e lá eu vi muita gente pedalando e dentando chegar aos 500 quilômetros com frio extremo e muita neve – nada comparado ao frio de -4 que pegamos aqui e quase ninguém sai para pedalar.

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Motivação para tudo isso? O prazer de pedalar, acordar cedo e ver o céu diferente de tudo, e encontrar vários ciclistas nas ruas e rodovias.

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Contei também com o amigo Josmar que pegou sua MTB 29 e colocou pneus slick’s, teve o dia que amanheceu chovendo e foi a manhã toda chovendo, já a tarde mandei uma mensagem pra ele e topou na hora, detalhe estava no shopping e largou tudo e foi voando pra casa pegar a bike.

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Esticada de feriado

Por , 19 de novembro de 2013 16:31

Aproveitando a sexta-feira de feriado, saímos cedo para rodar pelas estradas um pouco. Escolhemos uma estrada que provavelmente estaria um pouco menos movimentada e acertamos, resolvemos ir para a estrada Dom Pedro que liga o contorno Sul até a Graciosa.
Acertamos na escolha, pois nos encontramos na BR-277 que liga Curitiba ao litoral 07:15 da manhã, o movimento já era bem grande e ao chegar no trevo de acesso ao contorno sul a fila estava parada ali, ou seja tinha uns 11 quilômetros de congestionamento até o pedágio – e os poucos metros que andamos ao lado do congestionamento já tinha um espertinho trafegando pelo acostamento e xingando, claro, nós ciclistas.

O sol apareceu e o ritmo foi forte, Pedro e Luiz puxando forte o pequeno pelote (4 ciclistas) até a entrada da Dom Pedro, depois resolvemos reduzir um pouco o ritmo, menos o Pedro. Encontramos ele em café que tem no meio do caminho, mas como ainda estava muito cedo, seguimos até um pastel quase no final da Dom Pedro, paramos e degustamos um pastel (Pago pelo Pedro).

Visual da lanchonete

Voltamos no mesmo ritmo, no contorno sul o embalo foi maior, nas subidas ficou entorno de 45 km/h média até que o pneu do Luiz furou para refresco da galera 🙂

Considerando que era um pedal de meio período, fechamos 100km e meio dia estava em casa. Já a galera que ia para o litoral permanecia na fila que aumentava cada vez mais.

Tradicional pedal Pedágio 277

Por , 29 de julho de 2012 12:06

Aproveitando o excelente dia de inverno que fez hoje em Curitiba, uma manhã com 12 graus de temperatura, céu aberto e no fim da manhã com 23 graus, fizemos o pedal tradicional – Bate e volta ao pedágio da 277, e a subida da Roseira em Piraquara, voltando pelo contorno. Quem puder evitar o contorno entre a 277 e a 376, evite, pois estão reformando a pista da esquerda e está cheio de máquinas no acostamento. O que dificultou um pouco o vento de 30 km/h. Os presentes: Marcos Valle, Lyra, Thiago Syen, M. Deika, e eu claro.

Pedal dos desocupados

Por , 18 de janeiro de 2011 20:47

Férias e em casa pois a viagem com a familia em Florianópolis já acabou – o jeito e pedalar, mas fica bem melhor quando se tem alguém para ir junto e colocar o papo em dia fica melhor. Achei alguém hoje neste mesmo perfil, Renato Pedaleiro 😀

No encontramos no passeio publico as oito horas da matina para um pedalzinho curto lá para os lados da represa Passaúna e colônias de Campo Magro.

Tempinho nublado mas agradável o sol até ameaçou em dar as caras, mas ficou nisto. Chegando na represa reparamos que caia uns pingos de chuva, mas era tão espaçado que não sentiamos os pingo, tiramos umas fotos e resolvemos ir para os lado de Campo Magro, logo que pegamos a rua Mato Grosso reparei em uma estrada não mapeada e resolvemos seguir algumas por aquela região da colônia Revier. Desviamos de algumas nuvens bem carregadas de chuva durante o pedal e não nos molhamos.

Chuva bem perto

O lado bom de pedalar para aquelas bandas é a quantidade de subidas, porém cansativas, o meu odômetro já marcava 50 quilômetros quando resolvemos voltar para Curitiba e deixar para trás várias outras ruas não mapeadas, mas isso será um pedal a parte para lá 😀

Voltamos pela 277, o Renato seguiu comigo até o Shopping Estação e dali cada um seguiu para o seu lado. Cheguei em casa quase 01:00 da tarde com 87 quilômetros pedalados.

Joinville via 277

Por , 4 de janeiro de 2011 22:56

Voltando das férias aqui no bloque 😀 – estou com algumas pendências e aqui vai uma delas.

Dia 30 de dezembro realizei uma empreitada daquelas, saindo de São José e indo até Joinville, mas passando por Praia de Leste, Matinhos, Guaratuba, Coroados, Itapoá, Vila da Glória e enfim Joinville. Foram no total 8 cidades, 2 estados e duas travessias.
No começo ninguém quis ir, alguns até mostraram interesse, mas ficou por aí e por fim o Pedro me acompanhou até Guaratuba. Saímos cedo encontrei com ele no SAU da 277 por volta das 6:20 da manhã, estava frio e garoando, esse tempo ajudou bastante pois achei que íamos pegar um sol daqueles na PR-407 que vai para Praia de Leste, mas em vez do sol pegamos um vento considerável contra e esse danado me acompanhou até o fim.

Chegando em Praia de Leste o transito já era bem intenso e com alguns motoristas bem estressados. Um motorista, desses que sabem tudo de leis e sempre acham brechas no acostamento para transitar quase atropelou o Pedro e passou tirando uma fina por mim. Sempre tem guardas no trevo para Matinhos e neste dia não vi um sequer 🙁

Paramos em uma farmácia para comer umas esfirras que o Pedro trouxe e um achocolatado da farmácia. Passei um SMS para o Rodrigo Stulzer que foi nos esperar no Ferry-Boat em Guaratuba e me ofereceu um almoço em sua casa de praia com direito a piscina 😀

Nos despedimos do Pedro, que ficou em Guaratuba e segui para o almoço com o Rodrigo em Coroados. Tive a oportunidade em conhecer sua família, Bel sua esposa, o simpático Natan e sua sogra também muito simpática.
Depois veio a parte difícil, deixar o bate-papo e a piscina para trás e encarar o sol que ficou bem forte. Tinha mais 70 quilômetros pela frente e por falar em “frente” tinha o vento de frente que detonou o restante das minhas pernas e o joelho começou a doer quando cheguei em Itapoá.

Não perdi muito tempo, apenas algumas fotos da praia e segui a estrada beirando o litoral com o vento contra, parei em  um mini mercado e achei o famoso Baly e enchi a caramanhola, ajudou bastante pois peguei um caminho que não queria, a intenção era seguir pelo litoral e conhecer o porto que a pouco tempo foi inaugurando em Itapoá – porém o GPS indicava que não tinha estrada a partir de um ponto e não quis arriscar ter que voltar um bom trecho, só depois descobri que a estrada segue até próximo a Vila da Glória.

Da outra vez que passei por essa estrada que liga Vila da Glória a Itapoá não tinha percebido o areião que existe por lá, pois já cheguei com as pernas em frangalhos e também a fome bateu, faltavam 12 quilômetros para chegar na vila e foram os 12 piores quilômetros que já pedalei. Chegando na Vila da Glória fui me certificar do horário da balsa do Vigoreli e o último era 21:40.

Mais tranquilo, foi tratar de repor as energias e nada melhor do que um peixinho a beira mar com coca-cola. Ainda tinha mais 13 quilômetros até a balsa, o caminho conhecido como estrada do Palmital eu já conhecia bem, mas o trechinho que sai desta estrada e vai até a balsa é de matar também, o joelho e o ânimo ficaram na primeira subida.

Cheguei em Joinville 19:20 e segui pedalando, como eu havia falado com minha esposa por telefone ela resolveu me encontrar no caminho e o pedal terminou próximo ao aeroporto de Joinville com 190 quilômetros pedalado em 14 horas e 20 minutos de viagem e 9 horas e 11 minutos de roda girando.

É um pedal que vale a pena fazer e também entra para o top 3 dos pedais mais difíceis, entre eles estão Estrada de Guaraqueçaba (intermináveis sobe e desce com intermináveis pedras) e Estrada do Cerne I (com duas subidas intermináveis)

Pretendo voltar lá pedalando para conhecer o Porto de Itapoá e também a Serrinha que tem uma cachoeira no meio do caminho.

Fotos:

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