TAG | Bicicleta
Já fazia algum tempo que não pedalava durante a noite.
A noite estava muito agradável, céu estrelado e uma temperatura fora do normal para a nossa região.
Para quem quiser participar é só comparecer com sua bike equipada com luzes e equipamento de segurança, na praça Antônio Costa na rua Joinville próximo ao ponto final do Pedro Moro às 19:30hs – todas as terças e quintas. O pedal é feito na área rural de São José dos Pinhais.
O pedal foi curto, mas encontrei uma turma que gosta de correr
No total foram 16 pedalantes até a colônia Murici e depois terminamos o pedal em 12.
4
Novo blog na área – Bicicleteiros
0 Comments | Posted by Fabrício Souza in Bicicleta, Cicloativismo
Hoje recebi a visita do Oscar em meu blog e o mesmo apresentou o seu Blog – Bicicleteiros – e pediu para ajudar na divulgação do seu blog, que trata do ciclismo com uma visão diferente da que eu apresento aqui, mas sempre no mesmo enfoque – a bicicleta.
Então se puderem visitar ai vai www.bicicleteiros.com.br
Aproveitando a deixa, agradeço a todos que visitam este sitio e que a cada dia se torna um pouquinho mais notado
Eu estava com a manhã comprometida e não daria para ir no pedal do Leandro – lá pelas bandas da Serra dos Veados, o Mildo também estava com problemas em sair cedo, resolvemos então de última hora pedalar aqui por São José dos Pinhais e encontrar com um outro grupo que ia fazer um pedal mais light – Jaiderson e o Zé. Mas para minha surpresa o Rafael veio junto com o Mildo e como estava relativamente cedo para encontrar a turma, saímos em direção a Roça Velha para coletar uns track por lá, mas no meio do caminho encontramos várias estradinha que eu não conhecia e também não estavam no GPS.
Logo no começo já começou a sina… perto da Col. Murici o meu pneu traseiro furou, e logo em seguida em menos de 5km mais um furo, meu lógico… Foram no total 5 furos, 3 furos meus, 1 do Mildo e outro do Rafael.
Ao chegarmos na Colônia da Malhada, paramos em uma lanchonete que esta sempre aberta “Sábados e Domingos” abastecemos as caramanholas e a barriga também. O Mildo viu que seu pé de vela estava quase desmanchando, todos os parafusos das coroas estavam soltos e caindo, um se foi.
Resolvemos voltar, o tempo começou a ficar meio fechado, mas escolhemos voltar pelas Gamelas e depois fazer o 3 Mata Burros e acrescentar ainda a Trilha dos Jesuítas, já que não daria mais tempo de encontra o outro grupo.
Seguimos em direção das Gamelas achamos mais umas estradinhas mas nenhuma tinha saída, e depois veio as subidas até chegar no ponto mais alto 1013 metros na Papanduva da Serra, logo em segui viria o sobe e desce dos “3 Mata Burros” passamos por um mata burros visível ainda.
Mais a frente depois de muito sobe, pegamos a entrada da trilha dos Jesuítas, que já estava cheio de lama
e ai começou a diversão.
Diversão??? – ah, é por causa da lama né?
Quase isso, o Mildo estava com pneus slicks e andar em trilhas com este tipo de pneu não é muito recomendado, abaixo está o motivo
5 Pneus furados = R$ 30,00
1 Selim quebrado = R$ 48,00
3 Revisões = R$ 180,00
Ver o Mildo esticado no chão = Não tem preço!
Enfrentamos a trilha e uns motoqueiros também, a trilha estava boa, muito barro, muita água, muita valeta e muita pedra lisa, até o Rafael quebrou o seu banco ao cruzar uma dessas valetas.
Chegamos na 277 cansados e muito sujos, paramos no SAU e matamos um café, o Mildo agora puxando o pelotão a 40km/h com seus pneus slicks.
Cheguei em casa bem cansado, achando que ia ser um pedalzinho light, fechei com 76 km pedalados, média de 19.32, 1060 de altimetria em 6 horas de pedal e 4 horas pedalando.
Mais fotos: Trilha dos Jesuítas
Sábado resolvemos partir para uma exploração, o Leandro achou no Google Earth, o Morro do Cal em Campo Magro. Nos encontramos em frente a TagBike. Eu, Tui, Leandro, Guilherme e Bruno, seguimos em direção do parque Barigui onde encontramos o Daniel.
Decidimos evitar o asfalto e seguir por estradas de terra, pegamos a trilha que vai por trás da Copel e depois umas estradinhas com subidas bem pesadas, ate a Colônia Dom Pedro, onde paramos em frente a Igreja para um lanche rápido.
O calor começou a apertar e fizemos mais algumas paradas para comprar água. O Guilherme teve um problema com o eixo da roda traseira um pouco antes de chegar na igreja Miqueleto. Faltava pouco para chegar mas o Bruno já mostrava sinais de estar muito cansado.
Pegamos mais algumas subidas e outras boas descidas e não achamos a entrada do morro, perguntamos para uma moradora e ela nos explicou o cominho da roça, ou melhor o cominho do morro. Levamos as bike até onde deu e depois fomos a pé por uma trilha cheia de cascalho e íngreme. Tiramos algumas fotos e descemos, o Bruno foi o único que subiu completamente o morro, os demais ficaram na estrada aguardando em uma sombra.
Na volta, todos estavam bem cansados e com fome, paramos em uma venda e tomamos umas “gasosas” na dúvida se encontraríamos algo aberto mais adiante. Já eram 2 horas da tarde e provavelmente não iria ter almoço em Campo Largo, por sorte achamos um restaurante a beira de estrada onde paramos e matamos a fome.
Seguimos pela 277 até a altura do Museu do Mate onde pegamos a rua Mato Grosso e seguimos até o Parque Passaúna onde pegamos a trilha ecológica e descansamos no final desta.
Saindo dali, fomos em rumo ao Parque Barigui e tomamos um caldo de cana para encerrar o pedal.
Fechei o pedal com 96 quilômetros e média de 18,18 km/h.
Fotos: Morro do Cal 20/02/2010
Relato e fotos do Leandro: Cicloturista Urbano – Morro do Cal
É hora de retomar as atividades, acabou a mordomia. Depois de passar o feriadão trabalhando, lendo alguns livros, curtindo com a família e perder um pedal muito legal, que você pode ler no Pedaleiro e no Dois MegaPixel. Resolvi descer a serra pela 277 com o Mildo, mas o tempo não estava ajudando nem um pouco. A ideia era descer até o trevo de Morretes e voltar, mas quando chegamos no SAU antes do pedágio, fomos informados que estava chovendo muito forte na serra, ficamos ali tomando um café quente, aos poucos foram chegando motoristas que vinham do litoral e nos alertavam sobre a chuva
Como o Mildo estava com os pneus slick de 1.15 resolvemos não descer.
O pedal acabou ficando curto, fechei com um pouco mais de 50km e com as roupas molhas.


