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Colônia Witmarsum

Por , 26 de outubro de 2010 19:29

Neste sábado (23/10) saímos para mais uma aventura, só que desta vez somente no asfalto e o destino era a Colônia Alemã de Witmarsum. O sol ainda demoraria muito a aparecer quando encontrei com o Marcos Zé Valle na casa dele as 05:25 da manhã e uma chuva fria já tinha molhado meus pés. Fomos ao encontro do Mildo para deixar o carro em sua casa, o Mildo não estava acreditando muito que o pessoal ia aparecer inclusive eu não estava acreditando que estava indo no pedal, pois estava sem dormir, chovia e meu cambio traseiro já assinalava que ia dar problemas. Nos encontramos com o Rafael Gassner no Shopping Müller e depois o Lyra, Luiz e o Tiago na Havan do Barigui, o Luiz foi de carro até Campo Largo devido a problemas de alvará curto.

A chuva persistiu até Campo Largo onde paramos no Jusita para um café quente e para o Luiz seguir agora pedalando, o Lyra retornou para Curitiba. A subida da serra de São Luiz do Purunã foi tranquila e a chuva já tinha parado e o corpo aquecido bastante. O ritmo de subida foi bom e fica aqui os parabéns para o Zé que subiu pela primeira vez a serra (na verdade por ter ido até o fim do pedal com 140 km). Ao chegar no pedágio eu e o Luiz entramos por um portão achando que este nos levaria até o SAU, que no fim percebemos que só levaria somente a uma lixeira. Foi nesta parte onde eu baixei a marcha sem querer e o cambio traseiro embolou e entortou a gancheira, umas puxadas no cambio com a mão resolveram em partes o problema.

Foto: Luiz - Dois MegaPixel

No SAU tivemos uma impressionante demonstração de uma luta Grego-Roma protagonizada por Rafael Gagassner Prateado e Marcos Zé e tudo devidamente registrado pelas câmeras de vigilância.

Foto: Mildo

Com o cambio e a gancheira tortos segui com dua marchas atá Witmarsum. Uma estradinha muito bonita nos leva até o centro da cidade, o único trecho de estrada de terra que pegamos foi da estradinha até o Restaurante Bela Vista. O restaurante tem um estilo bem rústico mas bastante aconchegante, e o atendimento é de primeira. Nos servimos de Schlachtplatte que é na verdade Joelho de porco acompanhado de purê de batatas, salsichas e chucrute, pedimos também marreco recheado. A quantidade servida era para 12 pessoas e nós estávamos em 6 :D Tudo isso recado a cerveja preta e claro Cocón tipo Grante (Coca-cola 2L)

A volta sem dúvida foi cheia de surpresas, também pudera, detonaram umas quatro tigelas de chucrute, eu fui obrigado a parar no primeiro SAU, e o Zé passou que era um risco para o segundo SAU. Aliviados resolvemos ir até o Cristo nesta parte meu cambio traseiro não aguentou e voltei para o pedágio para esperar o Luiz que foi até Campo Largo pegar o seu carro e resgatar o pobre ciclista com o cambio quebrado, depois outro resgate do Barigui até São José com minha irmã :)

Fechei o pedal de carona e 100 quilômetros pedalados e muitas risadas.

Fotos

Curitiba – Ponta Grossa via Estrada do Cerne

Por , 25 de julho de 2010 21:39

Passado um ano e reeditado o pedal e hoje chamado de Cerne II, partimos para mais uma aventura este fim de semana. Sair de Curitiba e ir até Ponta Grossa pela estrada do Cerne, reeditado pois o primeiro foi com destino a cidade de Castro, e novamente contendo 12 pedaleiros, mas infelizmente não podemos contar com a presença dos colegas de pedal que juntos idealizaram este e o primeiro pedal Du e Rodrigo Stulzer, mas o Pedaleiro estava :)

Foto de Luiz

Saímos do Barigui por volta da 06:00 da manhã; Eu, Renato Pedaleiro, Rafael Gassner, Luiz Oliveira, Mildo, Daniel, Lulis, Arce, Rafael Sartori, Mr. Heil, Fabio, Maurilio; Estava bem escuro ainda mas pelo menos não tão frio, quando iniciamos o pedal e a primeira parada seria em Bateias para reagrupar todos e alguns tomarem seus cafés da manhã. Até ai tranquilo, mas depois o asfalto logo acaba e vem a estrada de chão com vários sobe e desce até chegar na parte mais baixa, o Rio Açungui com sua impressionante altitude de 585 metros do nível do mar. Aqui mais uma parada e reagrupamento da turma, ok! estamos em 11! falta um… cadê o XTR (Maurilio); Vamos as primeiras considerações: XTR, O Mildo logo que viu a bicicleta dele ficou admirado por possuir o grupo completo XTR, Quadro em fibra de Carbono e Rodas Mavic Crossmax SLX, e a partir dai ficou apelidado de “XTR”. Voltando ao assunto, o cara simplesmente pedalava mais que todo mundo junto, parecia que estava de speed só que sem a speed e sem o asfalto, enfim, partimos em 11 mesmo para Ponta Grossa. Depois do Rio Açungui começa uma subida bem puxada, na verdade várias subidas bem puxadas e intermináveis, mas todos sobreviveram, inclusive eu que pouco tenho andado de bicicleta e estou bem destreinado.

Foto de Luiz

Lá no topo da subida tem um bar conhecido como Bar do Nei, somente aqui fui ver a cara do nosso amigo “XTR”, aqui paramos para comer, teoricamente seria o almoço, agora o desaparecido era o Fábio que não viu o pessoal pegar a entrada para o bar e passou reto.

Maurilio "XTR"

Alguns acharam que o pior já tinha passado e realmente o pior já tinha passado, agora vinha o pior de todos e muito mais subidas e cada vez mais frio. Alguns ficaram para trás e outros distanciaram-se e o XTR? sumiu novamente, conta a lenda que pedalava ao lado do Gassner e subia os paredões e descia para acompanhar o pessoal até chegar a hora também não viram mais.

Foto Daniel

Em meio ao cansaço e vários morros encontramos o Rafael Gassner e o Fábio em uma mercearia onde acabamos esperando todo o resto do pessoal menos o XTR. Saímos para uma parada na Pedra Grande e outra nas Dolinas-Gémeas, acabamos passando a entrada de acesso a Pedra Grande e por acaso achamos a trilha para as Dolinas, ventava muito forte, mas valeu as fotos.

Mais a frente começava o asfalto onde é conhecida como a rodovia do Talco. Logo em seguida encontrei o Rafael e o Luiz parados pois o Luiz tinha quebrado a corrente mas já tinha consertado, após todos juntos apareceu o XTR vindo de Ponta Grossa, que loucura, não!! saindo de mansinho escuto um FUDEUUU!!! bem alto, o Luiz tinha desta vez quebrado cambio, gancheira, faltando 20km para chegar em Ponta Grossa.

Foto de Luiz

A principio pegaríamos a van lá e voltaria para resgatar o bicho, Lulis e Fábio que tinham ficado com ele, mas em quanto guardavam as bikes na van, o Mildo recebeu uma ligação de que eles estavam vindo no pedal mesmo :-O o Fábio deu uma de MacGyver e o Luiz chegou em Ponta Grossa com apenas uma marcha.

Pedal pesado, fechei com 130 km, média de 17.4 km/h e 2500 de subidas acumulada tudo isso em 12 horas de pedal.

Fotos:

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Aniversário na estrada da Itambé

Por , 11 de abril de 2010 21:22

A turna do Odois.org resolveu fazer uma festinha de aniversário diferente, isso mesmo o Thiago comemorou seus 23 anos de vida pedalando e o cenário escolhido foi “as minas de Itambé”, calma pessoal nada de boate, e sim a jazida de calcário da empresa Itambé Cimentos. O roteiro elaborado pelo Leandro que não pode participar devido seu alvará caçado :-o O caminho foi muito bem escolhido, estradas inéditas e com um grau de dificuldade acentuado dado ao piso sem tratamento algum, muitas erosões, limo e argila expostas que levou alguns ciclistas ao chão.

Marcaram presença Rodrigo Stulzer Transpirando, Rafael Gassner, Mildo Vendruscolo, Luiz Oliveira 2 MegaPixel, Renato Pedaleiro, Tui, Guilherme (Leandrinho), Israel, e claro Du O2, Lulis O2 e Thiago O2.

Fotografo: Luiz Oliveira

Saímos as 7:30 da Havan Barigui em direção a Campo Largo pela BR 277, paramos para um lanche rápido no Jusita e logo pegamos as estradinha da região que nos levaram até o Morro do Cal por onde andei com o Leandro outro dia, depois foram várias subidas e descidas bem fortes. Chegamos na jazida já era quase 13:00 da tarde, onde comemoramos ascendendo uma dinamite no bolo, opa! panetone, tá não era uma dinamite.

Detonado os panetones e muitas piadas depois, resolvemos subir a tal estrada de concreto da Itambé, já estávamos todos cansado e as subidas pareciam intermináveis, mas quando chegavam as descidas era só alegria, um pouco antes de chegar na BR 277 paramos para reagrupar, veja abaixo o estado da turma.

Chegamos em Campo Largo por volta das 15:00 horas e não achamos nada para almoçar, então foi sanduíche mesmo, segundo o Renato foram 20 baurus, 8 sanduíches, pasteis e risolis, quanta fome hein.

Nos despedimos no policia rodoviária da BR 277, cheguei em casa com 160 quilômetros e 2080 de altimetria, pedal realmente tenso mas a turma é valente.

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Morro do Cal

Por , 22 de fevereiro de 2010 18:53

Sábado resolvemos partir para uma exploração, o Leandro achou no Google Earth, o Morro do Cal em Campo Magro. Nos encontramos em frente a TagBike. Eu, Tui, Leandro, Guilherme e Bruno, seguimos em direção do parque Barigui onde encontramos o Daniel.

Decidimos evitar o asfalto e seguir por estradas de terra, pegamos a trilha que vai por trás da Copel e depois umas estradinhas com subidas bem pesadas, ate a Colônia Dom Pedro, onde paramos em frente a Igreja para um lanche rápido.

O calor começou a apertar e fizemos mais algumas paradas para comprar água. O Guilherme teve um problema com o eixo da roda traseira um pouco antes de chegar na igreja Miqueleto. Faltava pouco para chegar mas o Bruno já mostrava sinais de estar muito cansado.

Pegamos mais algumas subidas e outras boas descidas e não achamos a entrada do morro, perguntamos para uma moradora e ela nos explicou o cominho da roça, ou melhor o cominho do morro. Levamos as bike até onde deu e depois fomos a pé por uma trilha cheia de cascalho e íngreme. Tiramos algumas fotos e descemos, o Bruno foi o único que subiu completamente o morro, os demais ficaram na estrada aguardando em uma sombra.

Na volta, todos estavam bem cansados e com fome, paramos em uma venda e tomamos umas “gasosas” na dúvida se encontraríamos algo aberto mais adiante. Já eram 2 horas da tarde e provavelmente não iria ter almoço em Campo Largo, por sorte achamos um restaurante a beira de estrada onde paramos e matamos a fome.
Seguimos pela 277 até a altura do Museu do Mate onde pegamos a rua Mato Grosso e seguimos até o Parque Passaúna onde pegamos a trilha ecológica e descansamos no final desta.

Saindo dali, fomos em rumo ao Parque Barigui e tomamos um caldo de cana para encerrar o pedal.

Fechei o pedal com 96 quilômetros e média de 18,18 km/h.

Fotos: Morro do Cal 20/02/2010

GPS: GPSies - Morro do Cal 20/02/2010

Relato e fotos do Leandro: Cicloturista Urbano – Morro do Cal

Canyon do Amola Faca

Por , 21 de dezembro de 2009 0:31

No pedal do domingo passado havíamos combinado de fazer um “último pedal do ano” esses acima de 100 quilômetros, mas ninguém sugeriu nada e logo no começo da semana o Leandro enviou a proposta de pedal pelo Canyon[bb] Amola Faca :) uma excelente sugestão.

Sai já era 06:20 da manhã e estava um pouco frio mas gostoso para pedalar, ainda mais que eu estava atrasado, iria encontrar o pessoal as 07:00 no Passeio Público então pedalei rápido e ainda cheguei 10 minutos atrasado, lá encontrei o Mildo, Pedro e o Renato Pedaleiro para minha surpresa, ele andava meio afastado dos pedais. Mal cumprimentei a turma e partimos para a Havan Barigui onde o combinado era 7:30, chegamos todo juntos, e partimos em 8 pedalantes Leandro, Du, Jops, Busa, Pedro, Mildo, Renato e eu.

Iniciamos em ritmo muito bom pela BR-277 até a entrada de Campo Largo onde paramos para um café da manhã, e ainda continuo me perguntando “esse pessoal pedala para comer ou come para pedalar!”

Seguimos em direção a São Luiz dos Purunã, logo apareceram os “speedeiros” eu, Mildo e o Du pegamos o vácuo deles e fomos longe e de Mountain bike[bb].

Foto: Mildo

A subida da serra de São Luiz do Purunã foi tranquila, logo no fim da subida o Du nos alcançou e ainda pregou uma peça no Mildo que por sua vez mostrou que ainda é bruto :D , atravessamos a rodovia e nos reunimos novamente em um ponto de ônibus ao lado do pedágio e aproveitamos para mais uma descansada mas agora era mais tranquilo pois já tínhamos atingido 1130 metros de altitude e agora era só descer para 860 metros até Balsa Nova onde um almoço suculento nos esperava, mas antes de chegar em Balsa Nova nos deparamos com uma parede alguns tiveram de empurrar a bike também pudera o sol já castigava e já estava próximo do meio, passado o perrengue chegamos em Balsa Nova, almoçamos e tiramos um merecido descanso na praça da cidade.

Tá espera ai! e o tal canyon do Amola Faca? Não sei eu também não vi! :(

A volta foi mais tranquila ainda, pelo menos até pegar o asfalto da BR-277. O sol brilhava forte e o almoço pesava, paramos em uma venda para comer uns sorvetes em uma cidadezinha chamada Bugre que fica entre Balsa Nova e Campo Largo, a história do asfalto! Esta parte sempre é a mais complicada sol e um mais sobe do que desce o Renato começou a sentir as pernas e paramos em Campo Largo para comer umas sobremesas de fruta e descobri o tal salame sem gordura :)

Eu, Mildo, Renato e Pedro saímos um pouco antes do resto do pessoal, o Mildo e o Pedro logo distanciaram-se e eu segui com o Renato que começou a sentir muito a sua perna, fizemos algumas paradas estratégicas e logo chegamos em Curitiba.

Me despedi do Renato e segui para São José dos Pinhais, escolhi a canaleta da Marechal Floriano e peguei um vento forte até chegar em casa, me desgastei muito e já faz mais de um mês que não faço um pedal logo o último foi o Sete Suicida acabei sentido a perna também.

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CicloturistaUrbano

Números do Pedal

Distância – 168 km
Média – 21.20
Tempo pedalando – 08h 02′
Tempo total – 10h 13′

Fotos
Canyon Amola Faca

Georreferência
GPSies - Canyon Amola Faca

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