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Salto Boa Vista – Campo Largo

Por , 25 de fevereiro de 2014 21:34

Recentemente descobri um track para uma cachoeira em Campo Largo, achei que a maioria dos destinos em Campo Largo já estivessem percorridos, mas esse realmente foi inédito para mim e a trupe.
Reunidos: Eu, Mildo, Luiz, saímos do shopping Muller com destino ao Jusita em Campo Largo e lá esperamos a turma do Odois. Chegando no Jusita já com a chuva nos calcanhares e na esperança que passasse logo ficamos lá, lanchamos e esperamos e nada da chuva passar, Du, Lulis, Thiago e Cheps chegaram com a maior chuva. Nossa ideia era se continuar assim e o pessoal do Odois não chegar voltamos, enfim, seguimos…

No trevo em Campo Largo já seguimos em direção o Cerne por mais uns 17 km e pegamos uma estradinha de terra que nos levou até a porteira da cachoeira. São mais uns 5 km com subidas de guidão no peito, confesso que senti as penas na volta, pois eu tinha colocado o bagageiro com a bolsa e faz muiiito tempo que não ando assim, mas a estrada tem sua beleza!

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A cachoeira é muito bonita, segundo o Portal da Cachoeiras, com 38 metros de altura é a maior de Campo Largo.

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O Retorno foi bem doido, com subidas na faixa dos 12% tive que ter muita paciência, a chuva que não deu trégua nem um minuto foi outro problema, pois esqueci da capa de chuva e acabei passando frio. No retorno já estava certo de parar no Jusita novamente e matar uma polenta, acredito que seja a especialidade da casa, pedi uma com linguiça e ovo, isso era para garantir o retorno para São José dos Pinhais.

Foto – Mildo

Mais um tempo parado, o corpo realmente esfriou na hora de pegar a bike de volta, também fazia tempo que não andava na 277 de Campo Largo e lembrei o porque, aquele sobe e desce até Curitiba é de matar.

Foram 135 km de pedal com chuva em 80% do pedal, as pernas moídas e uma bela de uma gripe 🙁

Outras fotos no álbum.

Colônia Witmarsum

Por , 26 de outubro de 2010 19:29

Neste sábado (23/10) saímos para mais uma aventura, só que desta vez somente no asfalto e o destino era a Colônia Alemã de Witmarsum. O sol ainda demoraria muito a aparecer quando encontrei com o Marcos Zé Valle na casa dele as 05:25 da manhã e uma chuva fria já tinha molhado meus pés. Fomos ao encontro do Mildo para deixar o carro em sua casa, o Mildo não estava acreditando muito que o pessoal ia aparecer inclusive eu não estava acreditando que estava indo no pedal, pois estava sem dormir, chovia e meu cambio traseiro já assinalava que ia dar problemas. Nos encontramos com o Rafael Gassner no Shopping Müller e depois o Lyra, Luiz e o Tiago na Havan do Barigui, o Luiz foi de carro até Campo Largo devido a problemas de alvará curto.

A chuva persistiu até Campo Largo onde paramos no Jusita para um café quente e para o Luiz seguir agora pedalando, o Lyra retornou para Curitiba. A subida da serra de São Luiz do Purunã foi tranquila e a chuva já tinha parado e o corpo aquecido bastante. O ritmo de subida foi bom e fica aqui os parabéns para o Zé que subiu pela primeira vez a serra (na verdade por ter ido até o fim do pedal com 140 km). Ao chegar no pedágio eu e o Luiz entramos por um portão achando que este nos levaria até o SAU, que no fim percebemos que só levaria somente a uma lixeira. Foi nesta parte onde eu baixei a marcha sem querer e o cambio traseiro embolou e entortou a gancheira, umas puxadas no cambio com a mão resolveram em partes o problema.

Foto: Luiz - Dois MegaPixel

No SAU tivemos uma impressionante demonstração de uma luta Grego-Roma protagonizada por Rafael Gagassner Prateado e Marcos Zé e tudo devidamente registrado pelas câmeras de vigilância.

Foto: Mildo

Com o cambio e a gancheira tortos segui com dua marchas atá Witmarsum. Uma estradinha muito bonita nos leva até o centro da cidade, o único trecho de estrada de terra que pegamos foi da estradinha até o Restaurante Bela Vista. O restaurante tem um estilo bem rústico mas bastante aconchegante, e o atendimento é de primeira. Nos servimos de Schlachtplatte que é na verdade Joelho de porco acompanhado de purê de batatas, salsichas e chucrute, pedimos também marreco recheado. A quantidade servida era para 12 pessoas e nós estávamos em 6 😀 Tudo isso recado a cerveja preta e claro Cocón tipo Grante (Coca-cola 2L)

A volta sem dúvida foi cheia de surpresas, também pudera, detonaram umas quatro tigelas de chucrute, eu fui obrigado a parar no primeiro SAU, e o Zé passou que era um risco para o segundo SAU. Aliviados resolvemos ir até o Cristo nesta parte meu cambio traseiro não aguentou e voltei para o pedágio para esperar o Luiz que foi até Campo Largo pegar o seu carro e resgatar o pobre ciclista com o cambio quebrado, depois outro resgate do Barigui até São José com minha irmã 🙂

Fechei o pedal de carona e 100 quilômetros pedalados e muitas risadas.

Fotos

Curitiba – Ponta Grossa via Estrada do Cerne

Por , 25 de julho de 2010 21:39

Passado um ano e reeditado o pedal e hoje chamado de Cerne II, partimos para mais uma aventura este fim de semana. Sair de Curitiba e ir até Ponta Grossa pela estrada do Cerne, reeditado pois o primeiro foi com destino a cidade de Castro, e novamente contendo 12 pedaleiros, mas infelizmente não podemos contar com a presença dos colegas de pedal que juntos idealizaram este e o primeiro pedal Du e Rodrigo Stulzer, mas o Pedaleiro estava 🙂

Foto de Luiz

Saímos do Barigui por volta da 06:00 da manhã; Eu, Renato Pedaleiro, Rafael Gassner, Luiz Oliveira, Mildo, Daniel, Lulis, Arce, Rafael Sartori, Mr. Heil, Fabio, Maurilio; Estava bem escuro ainda mas pelo menos não tão frio, quando iniciamos o pedal e a primeira parada seria em Bateias para reagrupar todos e alguns tomarem seus cafés da manhã. Até ai tranquilo, mas depois o asfalto logo acaba e vem a estrada de chão com vários sobe e desce até chegar na parte mais baixa, o Rio Açungui com sua impressionante altitude de 585 metros do nível do mar. Aqui mais uma parada e reagrupamento da turma, ok! estamos em 11! falta um… cadê o XTR (Maurilio); Vamos as primeiras considerações: XTR, O Mildo logo que viu a bicicleta dele ficou admirado por possuir o grupo completo XTR, Quadro em fibra de Carbono e Rodas Mavic Crossmax SLX, e a partir dai ficou apelidado de “XTR”. Voltando ao assunto, o cara simplesmente pedalava mais que todo mundo junto, parecia que estava de speed só que sem a speed e sem o asfalto, enfim, partimos em 11 mesmo para Ponta Grossa. Depois do Rio Açungui começa uma subida bem puxada, na verdade várias subidas bem puxadas e intermináveis, mas todos sobreviveram, inclusive eu que pouco tenho andado de bicicleta e estou bem destreinado.

Foto de Luiz

Lá no topo da subida tem um bar conhecido como Bar do Nei, somente aqui fui ver a cara do nosso amigo “XTR”, aqui paramos para comer, teoricamente seria o almoço, agora o desaparecido era o Fábio que não viu o pessoal pegar a entrada para o bar e passou reto.

Maurilio "XTR"

Alguns acharam que o pior já tinha passado e realmente o pior já tinha passado, agora vinha o pior de todos e muito mais subidas e cada vez mais frio. Alguns ficaram para trás e outros distanciaram-se e o XTR? sumiu novamente, conta a lenda que pedalava ao lado do Gassner e subia os paredões e descia para acompanhar o pessoal até chegar a hora também não viram mais.

Foto Daniel

Em meio ao cansaço e vários morros encontramos o Rafael Gassner e o Fábio em uma mercearia onde acabamos esperando todo o resto do pessoal menos o XTR. Saímos para uma parada na Pedra Grande e outra nas Dolinas-Gémeas, acabamos passando a entrada de acesso a Pedra Grande e por acaso achamos a trilha para as Dolinas, ventava muito forte, mas valeu as fotos.

Mais a frente começava o asfalto onde é conhecida como a rodovia do Talco. Logo em seguida encontrei o Rafael e o Luiz parados pois o Luiz tinha quebrado a corrente mas já tinha consertado, após todos juntos apareceu o XTR vindo de Ponta Grossa, que loucura, não!! saindo de mansinho escuto um FUDEUUU!!! bem alto, o Luiz tinha desta vez quebrado cambio, gancheira, faltando 20km para chegar em Ponta Grossa.

Foto de Luiz

A principio pegaríamos a van lá e voltaria para resgatar o bicho, Lulis e Fábio que tinham ficado com ele, mas em quanto guardavam as bikes na van, o Mildo recebeu uma ligação de que eles estavam vindo no pedal mesmo :-O o Fábio deu uma de MacGyver e o Luiz chegou em Ponta Grossa com apenas uma marcha.

Pedal pesado, fechei com 130 km, média de 17.4 km/h e 2500 de subidas acumulada tudo isso em 12 horas de pedal.

Fotos:

Outros Relatos:

Aniversário na estrada da Itambé

Por , 11 de abril de 2010 21:22

A turna do Odois.org resolveu fazer uma festinha de aniversário diferente, isso mesmo o Thiago comemorou seus 23 anos de vida pedalando e o cenário escolhido foi “as minas de Itambé”, calma pessoal nada de boate, e sim a jazida de calcário da empresa Itambé Cimentos. O roteiro elaborado pelo Leandro que não pode participar devido seu alvará caçado 😮 O caminho foi muito bem escolhido, estradas inéditas e com um grau de dificuldade acentuado dado ao piso sem tratamento algum, muitas erosões, limo e argila expostas que levou alguns ciclistas ao chão.

Marcaram presença Rodrigo Stulzer Transpirando, Rafael Gassner, Mildo Vendruscolo, Luiz Oliveira 2 MegaPixel, Renato Pedaleiro, Tui, Guilherme (Leandrinho), Israel, e claro Du O2, Lulis O2 e Thiago O2.

Fotografo: Luiz Oliveira

Saímos as 7:30 da Havan Barigui em direção a Campo Largo pela BR 277, paramos para um lanche rápido no Jusita e logo pegamos as estradinha da região que nos levaram até o Morro do Cal por onde andei com o Leandro outro dia, depois foram várias subidas e descidas bem fortes. Chegamos na jazida já era quase 13:00 da tarde, onde comemoramos ascendendo uma dinamite no bolo, opa! panetone, tá não era uma dinamite.

Detonado os panetones e muitas piadas depois, resolvemos subir a tal estrada de concreto da Itambé, já estávamos todos cansado e as subidas pareciam intermináveis, mas quando chegavam as descidas era só alegria, um pouco antes de chegar na BR 277 paramos para reagrupar, veja abaixo o estado da turma.

Chegamos em Campo Largo por volta das 15:00 horas e não achamos nada para almoçar, então foi sanduíche mesmo, segundo o Renato foram 20 baurus, 8 sanduíches, pasteis e risolis, quanta fome hein.

Nos despedimos no policia rodoviária da BR 277, cheguei em casa com 160 quilômetros e 2080 de altimetria, pedal realmente tenso mas a turma é valente.

Outros relatos:

Mais Fotos:

Morro do Cal

Por , 22 de fevereiro de 2010 18:53

Sábado resolvemos partir para uma exploração, o Leandro achou no Google Earth, o Morro do Cal em Campo Magro. Nos encontramos em frente a TagBike. Eu, Tui, Leandro, Guilherme e Bruno, seguimos em direção do parque Barigui onde encontramos o Daniel.

Decidimos evitar o asfalto e seguir por estradas de terra, pegamos a trilha que vai por trás da Copel e depois umas estradinhas com subidas bem pesadas, ate a Colônia Dom Pedro, onde paramos em frente a Igreja para um lanche rápido.

O calor começou a apertar e fizemos mais algumas paradas para comprar água. O Guilherme teve um problema com o eixo da roda traseira um pouco antes de chegar na igreja Miqueleto. Faltava pouco para chegar mas o Bruno já mostrava sinais de estar muito cansado.

Pegamos mais algumas subidas e outras boas descidas e não achamos a entrada do morro, perguntamos para uma moradora e ela nos explicou o caminho da roça, ou melhor o caminho do morro. Levamos as bike até onde deu e depois fomos a pé por uma trilha cheia de cascalho e íngreme. Tiramos algumas fotos e descemos, o Bruno foi o único que subiu completamente o morro, os demais ficaram na estrada aguardando em uma sombra.

Na volta, todos estavam bem cansados e com fome, paramos em uma venda e tomamos umas “gasosas” na dúvida se encontraríamos algo aberto mais adiante. Já eram 2 horas da tarde e provavelmente não iria ter almoço em Campo Largo, por sorte achamos um restaurante de beira de estrada onde paramos e matamos a fome.
Seguimos pela 277 até a altura do Museu do Mate onde pegamos a rua Mato Grosso e seguimos até o Parque Passaúna onde pegamos a trilha ecológica e descansamos no final desta.

Saindo dali, fomos em rumo ao Parque Barigui e tomamos um caldo de cana para encerrar o pedal.

Fechei o pedal com 96 quilômetros e média de 18,18 km/h.

Fotos: Morro do Cal 20/02/2010

GPS: GPSies - Morro do Cal 20/02/2010

Relato e fotos do Leandro: Cicloturista Urbano – Morro do Cal

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