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Castelhanos

Por , 9 de novembro de 2015 10:28

Após quase 7 anos andando de bike pelas colonias de São José dos Pinhais e outras regiões, finalmente fui até a Colônia Castelhanos, sempre um contra tempo ou outro me impedia de ir até lá. Durante essa semana eu e o Daniel colocamos como meta executar esse pedal, e ir até lá neste fim de semana, nem que chovesse! O Daniel também compartilhava desse peso ciclístico em não conhecer o Castelhanos.

Resolvi fazer o percurso, tradicional ou seja, indo por dentro das Colônias, e depois pela Colônia Roça Velha, passando pelo Morro Redondo e seguindo em frente, peguei o track do Renato Pedaleiro que fez essa aventura lá em 2008, só que ao contrário. Nesta empreitada além do Daniel e eu, foram William Koep, Bianco, Valquíria e Diogo e o Amigo dele Anderson.

Saímos bem cedo, às 06:00 da manhã e a ideia era parar muito pouco, o dia amanheceu agradável e sem chuva, mas com o clarear do dia veio uma garoa e a neblina que ficou o dia todo e atrapalhou o visual dos lugares, a garoa virou chuva próximo do Morro Redondo e chegamos a cogitar o cancelamento e se contentar com o Morro Redondo somente, porém, a chuva parou e resolvemos seguir em frente, Diogo e seu Amigo retornaram embora.

Mantivemos uma passada boa até a bifurcação Usina Guaricana / Chaminé paramos ali para um lanche rápido e seguimos para onde apontava “Chaminé” onde tivemos uma sequência de descidas, mas logo veio as boas subidas tudo na faixa de 18% a 20% de inclinação ou seja, muito pesadas, neste ponto as garoa já estava presente novamente e foi assim até quase o final, a estrada não estava muito ruim, mas como estava muito molhado e com neblina, enxergar era um luxo, passamos a bifurcação da entrada da Colônia Castelhanos e subimos mais um pouquinho, a descida até o Rio São João foi rápida e estrada a estrada muito boa. Paramos na ponte para umas fotos e lubrificar a corrente e tirar areia dos conduítes, pois a subida mais longa era a próxima meta, subir de 300 metros até 780 em 5 quilômetros, estava preparado para o pior, pois os relatos dos amigos que andaram aqui anteriormente não era dos melhores, mas nos surpreendemos, a estrada como as outras que passamos estava muito bem conservada e tinha pontos onde a inclinação era pior que estava ate com asfalto 🙂

Rio São João

Ainda sorrindo!

Paramos logo após a subida para esperar e o frio bateu forte, suados e molhados da garoa, lá em cima o vento batia forte, a Valquiria sentiu a panturrilha na subida. Faltava ainda 3 quilômetros até a BR, chegamos lá ao lado de uma lanchonete e comemos alguma coisa e alguns lavaram as bikes em uma borracharia, ainda com um frio de lascar fiquei com o casaco e seguimos pela BR em um ritmo bem forte, na altura de Tijucas do Sul o radiador estava fervendo forte e fui obrigado a tirar o casaco, estava quase quebrando, pois estava suando demais.

Cheguei em casa as 13:40, 125 km pedalado com 20,6 de média e 2800 de altimetria, a próxima será Castelhanos com tempo melhor e ao contrario.

Mais fotos no álbum

Media anual

Por , 4 de setembro de 2014 17:43

Os últimos anos tenho pedalado pouco, a maior distância anual tinha sido em 2009, quando pedalei 7800 quilômetros e na época GPS era um luxo e celular com GPS então nem se ouvia falar, desde então mal chegava a 4000 km, até comprar a speed em 2012 e os quilômetros começaram aumentar, mas mesmo assim não passou de 4700 km, já em 2013 fechei a marca de 6049 quilômetros.

Já em 2014 resolvi manter uma rotina de treino mais constante, não para melhorar a performance, mas sim para cuidar mais da saúde, e observando o gráfico do VeloView, percebi que acabei de passar a marca do ano passado, como estamos no começo de setembro e tenho mantido uma média mensal de 750 km, quem sabe chego a 9000 km esse ano?

Grafico

VeloViewer – Strava turbinado

Por , 5 de março de 2014 19:23

Fuçando na internet achei esse site que utiliza uma API para coletar os dados do Strava e por sua vez compila de uma forma muito melhor ou muito mais bonita os dados que enviamos para lá após os pedais.

Não tem muito que falar, vou mostrar alguns exemplos, mas existe uma infinidade de gráficos incluído os 3D!

Perfil de subida

Profile

heatmap

Outra coisa bacana é o Armário de Troféus, ele apresenta os desafios que estão em progresso de ser terminados, os concluídos e os que não foram concluídos. Já os que não foram concluídos aparecem com uma barra e a porcentagem atingida, é uma forma de visualizar como anda seu desempenho nos desafios.

Strava Challenges Trophy Cabinet

Part Completed

Ficou interessado, vai lá! VeloViewer

Mapas do iOS 6

Por , 24 de setembro de 2012 22:47

Que os mapas do iOS 6 ficaram ruins, ninguém discorda, mas pelo menos para mim ficaram excelentes!

Pelo que eu pude observar, isso localmente “São José dos Pinhais e Curitiba” as imagens de satélites estão desatualizados em pelo menos 7 anos, já no mapa padrão, aquele sem as imagens de satélites, utilizam dados mais precisos que eu já vi, colocando o Google Maps no bolso.

Hoje durante uma pedalada nas zonas rurais de São José dos Pinhais, fiz um teste bem interessante, busquei minha posição pelo iPhone e comparei com o GPS da bicicleta que utiliza mapas do TrackSource, o resultado é a imagem a baixo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os dados do mapa padrão do iOS 6 – sem as imagens de satélites são do OpenStreeMap esses dados são tão bons quanto os dados do TrackSource e os dois são infinitamente melhores que o Google Maps.

PS. Se você estiver no meio do mato e a sua operadora for aquela das ondinhas vermelhas com caras azuis, esqueça! não tem mapa do OpenStreetMap ou Google Map que te salve.

Ciclista profissional

Por , 29 de julho de 2011 20:08

Realmente a diferença entre um ciclista profissional para um mero amador é surpreendente. Com o advento do GPS para bicicletas e um patrocinador como a Garmin nas competições como o Tour de France, os dados dos atletas como Christian Vande Velde e Tyler Farrar da equipe Garmin-Cervélo estão disponíveis no site Garmin Connect.

Analisando os dados vocês podem ver o que é competir com esses caras em uma prova como o Tour de France. 200 quilômetros em 6 horas de pedal – Talvez não surpreenda tanto, mas e se acrescentar uma altimetria de 5000 metros e média de 32 quilômetros por hora…

Esses dados são da etapa 18 – Pinerolo to Galibier

Se você acha que pedala pra cacete, esqueça… seu mero mortal, tem muito a fazer ainda para chegar perto desses caras.

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