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	<title>Fabrício Souza &#187; GPS</title>
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		<title>Ciclista profissional</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 23:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Souza</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Garmin]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Tour de France]]></category>

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		<description><![CDATA[Realmente a diferença entre um ciclista profissional para um mero amador é surpreendente. Com o advento do GPS para bicicletas e um patrocinador como a Garmin nas competições como o Tour de France, os dados dos atletas como Christian Vande Velde e Tyler Farrar da equipe Garmin-Cervélo estão disponíveis no site Garmin Connect. Analisando os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Realmente a diferença entre um ciclista profissional para um mero amador é surpreendente. Com o advento do GPS para bicicletas e um patrocinador como a Garmin nas competições como o Tour de France, os dados dos atletas como Christian Vande Velde e Tyler Farrar da equipe <a href="http://www.slipstreamsports.com/">Garmin-Cervélo</a> estão disponíveis no site <a href="http://connect.garmin.com/explore?owner=garmin-cervelo#activityType=all&#038;eventType=all&#038;activitySummarySumDistance-unit=kilometer&#038;activitySummarySumDuration-unit=hour&#038;activitySummaryGainElevation-unit=meter&#038;owner=garmin-cervelo&#038;sortField=relevance&#038;timePeriod=previousDays%3D30&#038;currentPage=1">Garmin Connect</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Analisando os dados vocês podem ver o que é competir com esses caras em uma prova como o Tour de France. 200 quilômetros em 6 horas de pedal &#8211; Talvez não surpreenda tanto, mas e se acrescentar uma altimetria de 5000 metros e média de 32 quilômetros por hora&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Esses dados são da etapa 18 &#8211; Pinerolo to Galibier</p>
<p><a href="http://fabriciosouza.com/2011/07/ciclista-profissional/stage18/" rel="attachment wp-att-1306"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1306" title="stage18" src="http://fabriciosouza.com/wp-content/uploads/2011/07/stage18-600x296.png" alt="" width="600" height="296" /></a></p>
<p>Se você acha que pedala pra cacete, esqueça&#8230; seu mero mortal, tem muito a fazer ainda para chegar perto desses caras.</p>
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		<title>Sambaquis do Guaraguaçu</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 00:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira quase feriado, saímos eu, Leandro e Jopz para um pedal além cubo*. O projeto era iniciar pela estrada que começa ao lado da ponte do Rio Guaraguaçu em Praia de Leste e ir até Pontal do Sul mas antes disso entrar em uma trilha para conhecer os Sambaquis e passar por uma aldeia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta segunda-feira quase feriado, saímos eu, <a href="http://cicloturistaurbano.blogspot.com/">Leandro</a> e <a href="http://b1brasil.blogspot.com/">Jopz</a> para um pedal além cubo*. O projeto era iniciar pela estrada que começa ao lado da ponte do Rio Guaraguaçu em Praia de Leste e ir até Pontal do Sul mas antes disso entrar em uma trilha para conhecer os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sambaqui">Sambaquis</a> e passar por uma aldeia índigena ativa.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/26915-2/P1030503.JPG?g2_GALLERYSID=2f1168ebe5b78c96c7dc4204dbc74e04" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;">Estrada muito bonita e bastante arborizada, o que garante uma sombra extra para pedalar no sol de rachar. Até a aldeia são cerca de 9 quilômetros, existe até uma recepção para atender os turistas, porém qualquer solicitação tem que ser dirigida para o cacique que mal fala português, mas a cobrança para acessar o sambaqui pode ser feita normalmente com outro índio, que no caso é a compra de um artesanato deles.<br />
Subimos no sambaqui e depois fomos atrás de uma trilha, mas o caminho estava muito fechado, então procuramos um forno gigante que obviamente existem várias histórias. Vale ressaltar que nosso guia oficial era o Jopz, ele já esteve neste local anteriormente e descobriu algumas história e até o forno e nos inteirou de tudo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/26945-2/P1030513.JPG" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Será que vamos ter que levar umas telhas!</p></div>
<p style="text-align: justify;">Voltamos até a bifurcação onde a estrada principal deveria ser a que leva até Pontal do Sul, mas logo descobrimos porque ela estava quase fechada pelo mato. A diversão aqui foi o que fez valer apena o pedal. Começamos com umas poças pequenas e tomando cuidado para não molhar as sapatilhas, mas logo descobrimos que seria tempo perdido tentar se manter seco e limpo. Tinha poças de tudo que era jeito, com água limpa, suja, gosmenta, verde&#8230; Pior era as parte onde de repente afundava enquanto pedalava e a bicicleta atolava além cubo*, quando não  estávamos  submerso, era a lama de areia que  dificultava mais as coisas, era praticamente impossível pedalar, na verdade era possível pedalar, mas sem sair do lugar.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><img src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/27035-2/P1030543.JPG" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Uma das poças verdes</p></div>
<p style="text-align: justify;">Depois de encarar quase 4 quilômetros de atoleiro, chegamos na parte seca porém com bastante areia, a pedalada ficou mais pesada. Já era 12:30 quando chegamos na estrada que saia para Shangri-la, mas como estávamos obstinados a terminar o proposto, seguimos no que parecia uma estrada. Já no começo mostrando que a civilização estava presente, tinha muito lixo espalhado ao longo da estrada, mas logo a estrada se transformou em trilha e a natureza tomou forma novamente. Foram mais 9,5 quilômetros até Pontal do Sul em um piso arenoso e pesado. Chegando fomos direto para a praia, não entramos na água mas batemos várias fotos e apreciamos um pouco a paisagem de verão.</p>
<p style="text-align: justify;">A preguiça era grande e imaginamos que o vento seria de frente, desta vez contamos com a sorte e o vento ajudou, seguimos pela ruas a beira-mar até o balneário de Atami e depois pela areia até Praia de Leste. Foi muito bom curtir o vento e o mar.</p>
<p>Fechei o pedal com 58 quilômetros e com muita sujeira dentro da sapatilha, mas o pedal foi show.</p>
<p style="text-align: justify;">* Definição de Além Cubo: Geralmente quando ciclistas resolvem fazer trilhar e encarar lama e até água, a situação é encarada de forma normal. Eu chamo isso de atolar até os cubos, pois a bicicleta atola e para de afundar quando o garfo atinge o barro, assim aconteceu na <a href="http://fabriciosouza.com/2010/02/trilha-dos-jesuitas/">Trilha dos Jesuítas</a>. Porém a situação onde não há limite e tudo afunda, inclusive o ciclista, dou o nome de além cubo.</p>
<h2>Fotos:</h2>
<ul>
<li><a href="http://fabriciosouza.com/gallery/v/Cicloturismo/sambaquis_do_guaraguacu_01112010/">Sambaquis do Guaraguaçu 01/11/2010 </a></li>
</ul>
<h2>Outros Relatos:</h2>
<ul>
<li><a href="http://cicloturistaurbano.blogspot.com/2010/11/sambaquis-do-guaraguacu.html">CicloturistaUrbano &#8211; Sambaquis do Guaraguaçu</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://b1brasil.blogspot.com/2010/11/bikes-estrada-ecologica-do-sambaqui.html">Base 1 Brasil &#8211; Bikes &#8211; Estrada Ecológica do Sambaqui</a></li>
</ul>
<ul></ul>
<h2>GPS:</h2>
<ul>
<li><a title="GPSies - Sambaquis de Guaraguaçu 01/11/2010" href="http://www.gpsies.com/map.do?fileId=tremwprsykqzaqry"><img src="http://www.gpsies.com/images/linkus.png" border="0" alt="GPSies - Sambaquis de Guaraguaçu 01/11/2010" /></a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Virtualbox &#8211; Problemas com USB no Ubuntu 10.04</title>
		<link>http://fabriciosouza.com/2010/05/virtualbox-problemas-com-usb-no-ubuntu-10-04/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=virtualbox-problemas-com-usb-no-ubuntu-10-04</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 22:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualbox]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da atualização do Ubuntu 10.04 verifiquei um bug já na inicialização mount point /proc/bus/usb does not exist Cancelei a montagem das unidades e verifiquei o que poderia ser, mas já de cara sabia que era uma linha inserida manualmente no fstab para habilitar as portas USB para o Virtualbox. Utilizo o Virtualbox somente para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois da atualização do Ubuntu 10.04 verifiquei um bug já na inicialização</p>
<p style="text-align: justify;"><code>mount point /proc/bus/usb does not exist</code></p>
<p style="text-align: justify;">Cancelei a montagem das unidades e verifiquei o que poderia ser, mas já de cara sabia que era uma linha inserida manualmente no fstab para habilitar as portas USB para o Virtualbox. Utilizo o Virtualbox somente para rodar 2 programas no Windows o <a href="http://www8.garmin.com/support/download_details.jsp?id=209">MapSource</a> e o <a href="http://www.gpstm.com/index.php?lang=port">GPS TrackMaker</a> e justamente para isso necessito das portas USB. Parti para uma atualização do Virtualbox, mas a<a href="http://www.virtualbox.org/wiki/Linux_Downloads"> Sun</a> ainda não disponibilizou uma versão para o Lucid Lynx, pesquisado um pouco no Lauchpad descobri que já estão tentando solucionar este problema, mas até lá, a solução é bem simples.</p>
<p>Basta abrir o terminal e digitar:</p>
<p><code># sudo hald --daemon=no</code></p>
<p>Agora é só abrir o Virtualbox e utilizar normalmente, depois para para o serviço é só dar um Ctrl + C</p>
<p>Referência: <a href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+bug/507881"> https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+bug/507881</a></p>
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		<title>Trilha dos Jesuítas</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 18:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[277]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Jesuítas]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio Ciclistico]]></category>
		<category><![CDATA[São José dos Pinhais]]></category>
		<category><![CDATA[Trilhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu estava com a manhã comprometida e não daria para ir no pedal do Leandro &#8211; lá pelas bandas da Serra dos Veados, o Mildo também estava com problemas em sair cedo, resolvemos então de última hora pedalar aqui por São José dos Pinhais e encontrar com um outro grupo que ia fazer um pedal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu estava com a manhã comprometida e não daria para ir no pedal do <a href="http://cicloturistaurbano.blogspot.com">Leandro</a> &#8211; lá pelas bandas da <a href="http://cicloturistaurbano.blogspot.com/2010/02/serra-dos-veados.html">Serra dos Veados</a>, o Mildo também estava com problemas em sair cedo, resolvemos então de última hora pedalar aqui por São José dos Pinhais e encontrar com um outro grupo que ia fazer um pedal mais <em>light</em> &#8211; Jaiderson e o Zé. Mas para minha surpresa o Rafael veio junto com o Mildo e como estava relativamente cedo para encontrar a turma, saímos em direção a Roça Velha para coletar uns track por lá, mas no meio do caminho encontramos várias estradinha que eu não conhecia e também não estavam no GPS.<br />
Logo no começo já começou a sina&#8230; perto da Col. Murici o meu pneu traseiro furou, e logo em seguida em menos de 5km mais um furo, meu lógico&#8230; Foram no total 5 furos, 3 furos meus, 1 do Mildo e outro do Rafael.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/22311-2/P1020224.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ao chegarmos na Colônia da Malhada, paramos em uma lanchonete que esta sempre aberta &#8220;Sábados e Domingos&#8221; abastecemos as caramanholas e a barriga também. O Mildo viu que seu pé de vela estava quase desmanchando, todos os parafusos das coroas estavam soltos e caindo, um se foi.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/22367-2/P1020238.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/22391-2/P1020244.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">Resolvemos voltar, o tempo começou a ficar meio fechado, mas escolhemos voltar pelas Gamelas e depois fazer o <em>3 Mata Burros</em> e acrescentar ainda a Trilha dos Jesuítas, já que não daria mais tempo de encontra o outro grupo.<br />
Seguimos em direção das Gamelas achamos mais umas estradinhas mas nenhuma tinha saída, e depois veio as subidas até chegar no ponto mais alto 1013 metros na Papanduva da Serra, logo em segui viria o sobe e desce dos &#8220;3 Mata Burros&#8221; passamos por um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Porteira">mata burros</a> visível ainda.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais a frente depois de muito sobe, pegamos a entrada da trilha dos Jesuítas, que já estava cheio de lama <img src='http://fabriciosouza.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />   e ai começou a diversão.<br />
Diversão???  &#8211; ah, é por causa da lama né?<br />
Quase isso, o Mildo estava com pneus slicks e andar em trilhas com este tipo de pneu não é muito recomendado, abaixo está o motivo <img src='http://fabriciosouza.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/22407-2/P1020248.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p>5 Pneus furados = R$ 30,00<br />
1 Selim quebrado = R$ 48,00<br />
3 Revisões = R$ 180,00</p>
<p>Ver o Mildo esticado no chão = Não tem preço!</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/22435-2/P1020255.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">Enfrentamos a trilha e uns motoqueiros também, a trilha estava boa, muito barro, muita água, muita valeta e muita pedra lisa, até o Rafael quebrou o seu banco ao cruzar uma dessas valetas.<br />
 Chegamos na 277 cansados e muito sujos, paramos no SAU e matamos um café, o Mildo agora puxando o pelotão a 40km/h com seus pneus slicks.</p>
<p>Cheguei em casa bem cansado, achando que ia ser um pedalzinho <em>light</em>, fechei com 76 km pedalados, média de 19.32, 1060 de altimetria em 6 horas de pedal e 4 horas pedalando.</p>
<p>Mais fotos: <a href="http://fabriciosouza.com/gallery/v/Cicloturismo/Malhada_Gamelas_3MataBurros_Jesuitas_27022010/">Trilha dos Jesuítas</a></p>
<p>GPS: <a title="GPSies - Malhada - Trilha Jesuítas 27/02/2010" href="http://www.gpsies.com/map.do?fileId=pefrlrlyzzjahaoc"><img src="http://www.gpsies.com/images/linkus.png" border="0" alt="GPSies - Malhada - Trilha Jesuítas 27/02/2010" /></a></p>
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		<title>Guaraqueçaba – Salto Morato – Parte 2</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 20:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois do susto da noite passada, acordamos um pouco tarde do previsto. Nosso café da manhã foi uma caramanhola com uma lata de leite condensado e alguns pães com biscoito. Levantamos o acampamento e arrumamos as coisas e saímos do parque já era umas 9:40. O caminho de volta não estava lá aquelas coisas, muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois do susto da noite passada, acordamos um pouco tarde do previsto. Nosso café da manhã foi uma caramanhola com uma lata de leite condensado e alguns pães com biscoito. Levantamos o acampamento e arrumamos as coisas e saímos do parque já era umas 9:40. O caminho de volta não estava lá aquelas coisas, muito barro devido a chuva que caiu a noite toda, nisso já atolamos rodas e os pés, logo chegamos na famosa estrada de Guaraqueçaba,  o cansaço  bateu antes de chegarmos a Tagaçaba e olha que Tagaçaba fica a menos de 35 quilômetros do parque, e só faltava mais 65 quilômetros  até Morretes, mas aquele sobe e desce quase infinito, só não tão infinito pois tem horas que você só sobe, e numa desta subidas chegamos ao mirante, que também parece mais uma daquelas cenas do &#8220;Lost&#8221;.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/21473-2/P1010929.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/21483-2/P1010934.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quando chegamos em Tagaçaba, parecia que tinhamos pedalado uns 80 quilômetros. Tomamos um café de verdade e tocamos em frente, faltava muito e como faltava, subida e descida para chegar ao asfalto, a estrada tem muitas pedras e nas subidas tem mais ainda, a bicicleta as vezes patina e isso cansa muito.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem mais adiante alguns trechos com retas imensas, e quando eu achei que tinha acabado as subidas, ai sim veio uma monstruosa com 210 metros de altitude, foi ai que me acabei de vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos no asfalto já era mais de 15:30, e depois de andar mais uns dois quilômetros no asfalto a bagageiro do Rafael quebrou. O suporte que se prende ao selim partiu, partiu para aquele lugar segundo o Rafael, sorte estávamos no asfalto e prendemos como deu, usamos um extensor e ficou uma maravilha. A fome e o cansaço estava na cara dos dois e paramos no Recanto Rio do Nunes, lanchamos e o céu caiu, muita chuva, o Gassner resolveu ler e eu arrumar meu cambio que falhou muito durante toda a estrada. Uma hora depois resolvemos seguir viagem até Morretes e procurar abrigo para passar a noite, achamos o <a href="http://www.nundiaquara.com.br/morretes.php">Hotel Nhundiaquara</a>, parece meio assombrado, mas nada como o dois ciclo-fedidos e cansados.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/21540-2/P1010957.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">Acordamos, comemos e fomos atrás de uma bicicletária para trocar o bagageiro. Pegamos o caminho para São João da Graciosa e claro subir a estrada da Graciosa. Subida dura mas menos cansativa que a estrada de Guaraqueçaba, alguns caldos de cana para aguentar a subida e lá fomos nós. Antes da uma da tarde chegamos no mirante da Graciosa.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/21554-2/P1010961.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de alguns petiscos, seguimos para a BR-116, antes paramos no último caldo de cana e comemos pastéis, a parte mais entediante da viagem foi pegar esta estrada, são mais 45 quilômetros até chegar em casa, a chuva nos cercou várias vezes, mas não tomamos um banho de chuva se quer durante toda a viagem <img src='http://fabriciosouza.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />   O Rafael me acompanhou até perto de casa e depois ele seguiria pelo centro até Curitiba.</p>
<p>Fotos desses dois dias:</p>
<p><a href="http://fabriciosouza.com/gallery/v/cicloviagens/Salto+Morato/saltomorato_morretes-28012010/">Salto Morato &#8211; Morretes 28/01/2010 </a><br />
<a href="http://fabriciosouza.com/gallery/v/cicloviagens/Salto+Morato/morretes_SJpinhais-29012010/">Morretes &#8211; São José dos Pinhais 29/01/2010 </a></p>
<p>GPS:</p>
<p>Salto Morato &#8211; Morretes :  <a title="GPSies - Salto Morato - Morretes 28/01/10" href="http://www.gpsies.com/map.do?fileId=lvuakvlmdiwwftyl"><img src="http://www.gpsies.com/images/linkus.png" border="0" alt="GPSies - Salto Morato - Morretes 28/01/10" /></a></p>
<p>Morretes &#8211; São José dos Pinhais : <a title="GPSies - Morretes - São José dos Pinhais 29/01/10" href="http://www.gpsies.com/map.do?fileId=ixysanucshgaaquc"><img src="http://www.gpsies.com/images/linkus.png" border="0" alt="GPSies - Morretes - São José dos Pinhais 29/01/10" /></a></p>
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