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Dom Pedro – Graciosa

Por , 24 de março de 2015 15:25

Para celebrar o inicio do outono em nosso hemisfério, pedalamos até o mirante da Graciosa, já fizemos este pedal algumas vezes.

Eu, Luiz e Kevin nos encontramos as 8:00 na BR 277, seguindo pelo Contorno Sul até a Estrada Dom Pedro, seguimos em um ritmo forte o tempo estava nublado o que ajudou bastante, o Kevin estava praticamente estreando sua bike nova em pedal longo. Fizemos em 2:20 o primeiro trecho, já contando com as paradas. No Mirante da Graciosa matamos um pastel A4 como diz o Clodoaldo, e realmente para uma folha de papel A4 dobrado no meio.

Nota

O pedal deviria contar com o Renato, Arce, Felipe, Clodoaldo, Alexandre, Paulo Formiga, mas os furos e problemas começaram ainda no inicio na BR 277, e como o luiz e eu tínhamos hora pra voltar resolvemos não esperar, o Renato ainda seguiu junto até o contorno, porém ficou um pouco para trás, achamos que logo chegaria, mas recebemos uma mensagem que ele tinha furado o pneu.

Paranaguá do Mirante da Graciosa

Paranaguá do Mirante da Graciosa

Resolvemos voltar pela BR 116 e fazia muito tempo que eu não passava por lá, fizemos mais uma paradinha no SAU da BR 116 para um café e retornando novamente pelo contorno. Cheguei em casa ainda 12:30 com 109km e média de 28,6 km/h.

Gran Fondo 10 – Dom Pedro – Graciosa

Por , 7 de outubro de 2014 15:05

Domingo é dia de pedalar para longe, a principio iria para a colônia Witmarsun, mas a agenda familiar me obrigou a mudar de planos, então resolvi ir para o mirante da estrada da Graciosa via Estrada Dom Pedro.
Saindo cedo de casa tinha a possibilidade de realizar o Gran Fondo 10, mas não era bem uma meta e sim apenas fazer um pedal longo. Nos reunimos no posto Casil em São José e seguimos pela BR 277 e Contorno Sul até a entrada da Estrada Dom Pedro, o pedal foi bem sofrido devido ao forte vento que anda soprando do litoral, rara foram as vezes que atingimos 30km/h andando de speed.

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Chegamos na estrada da Graciosa e o vento soprava ainda mais forte, o asfalto estava bem molhado, indicando que tinha garoado a pouco, forçamos mais um pouco até chegar no mirante, o vento gelado estava realmente cruel e o corpo suado por baixo das roupas estava gelando, comemos um pastel rápido e saímos logo em seguida. A volta foi tranquila até próximo do final do estrada Dom Pedro em frente a Igreja do Bom Jesus na Campininha, levei um tombo quando passava sobre a calçada, a superfície estava tomada por limo e não tive como escapar… Moral recuperada, bora voltar para casa, quando chegamos no SAU do contorno, decidimos eu e o Bianco andar mais 30 quilômetros para fechar o Gran Fondo, e pra tentar fechar fomos até o centro de Curitiba, mas a volta foi sofrido por causa do vento.

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Esticada de feriado

Por , 19 de novembro de 2013 16:31

Aproveitando a sexta-feira de feriado, saímos cedo para rodar pelas estradas um pouco. Escolhemos uma estrada que provavelmente estaria um pouco menos movimentada e acertamos, resolvemos ir para a estrada Dom Pedro que liga o contorno Sul até a Graciosa.
Acertamos na escolha, pois nos encontramos na BR-277 que liga Curitiba ao litoral 07:15 da manhã, o movimento já era bem grande e ao chegar no trevo de acesso ao contorno sul a fila estava parada ali, ou seja tinha uns 11 quilômetros de congestionamento até o pedágio – e os poucos metros que andamos ao lado do congestionamento já tinha um espertinho trafegando pelo acostamento e xingando, claro, nós ciclistas.

O sol apareceu e o ritmo foi forte, Pedro e Luiz puxando forte o pequeno pelote (4 ciclistas) até a entrada da Dom Pedro, depois resolvemos reduzir um pouco o ritmo, menos o Pedro. Encontramos ele em café que tem no meio do caminho, mas como ainda estava muito cedo, seguimos até um pastel quase no final da Dom Pedro, paramos e degustamos um pastel (Pago pelo Pedro).

Visual da lanchonete

Voltamos no mesmo ritmo, no contorno sul o embalo foi maior, nas subidas ficou entorno de 45 km/h média até que o pneu do Luiz furou para refresco da galera 🙂

Considerando que era um pedal de meio período, fechamos 100km e meio dia estava em casa. Já a galera que ia para o litoral permanecia na fila que aumentava cada vez mais.

Anhaia – Graciosa – Antonina

Por , 20 de junho de 2010 13:50

Neste sábado iria fazer a volta da Graciosa novamente e sem os alforges, praticamente sem dormir, sai de casa 06:20 da manhã para encontrar Leandro, Rafael, Guilherme (Tourinho) e Jefferson na BR277. Estava bastante frio e ao chegarmos no SAU, o termômetro marcava entre 6 a 7 graus as 07:30 da manhã 😕 seguimos em um ritmo bom até a entrada do Anhaia.

Foto: Rafael Gassner

Começamos a descer e adivinha quem passou a mil por nós? sim o Tourinho…. e quase que passa reto em uma curva, alguns protestos do Rafael e ele desceu com um pouco mais de calma. Já lá em baixo a temperatura estava muito agradável e começamos a tirar os agasalhos, seguimos pela estrada Anhaia até uma ponte e depois cortamos por outra estrada que sai ao lado da Rodoviária de Morretes.

Foto: Rafael Gassner

Foto: Leandro Tagliari

Uma voltinha pelo centro da cidade para umas chapas e seguimos pela rodovia até São João da Graciosa, onde me separei da turma, estava sentindo as pernas mole e sem condições de subir a Graciosa e encarar a Estrada Dom Pedro. Retornei pela Rodovia 410 até Antonina e peguei um Ônibus de volta para São José. Ao chegar em São José vi um que estava vento muito forte, e me ajudou a chegar em casa mais rápido. Infelizmente não conclui este pedal mas fechei com 100km e média de 23.9 Km/h.

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Fotos na galeria do Rafael Gassner: Anhaia – Morretes – Graciosa

Guaraqueçaba – Salto Morato – Parte 2

Por , 8 de fevereiro de 2010 18:01

Depois do susto da noite passada, acordamos um pouco tarde do previsto. Nosso café da manhã foi uma caramanhola com uma lata de leite condensado e alguns pães com biscoito. Levantamos o acampamento e arrumamos as coisas e saímos do parque já era umas 9:40. O caminho de volta não estava lá aquelas coisas, muito barro devido a chuva que caiu a noite toda, nisso já atolamos rodas e os pés, logo chegamos na famosa estrada de Guaraqueçaba,  o cansaço  bateu antes de chegarmos a Tagaçaba e olha que Tagaçaba fica a menos de 35 quilômetros do parque, e só faltava mais 65 quilômetros  até Morretes, mas aquele sobe e desce quase infinito, só não tão infinito pois tem horas que você só sobe, e numa desta subidas chegamos ao mirante, que também parece mais uma daquelas cenas do “Lost”.

Quando chegamos em Tagaçaba, parecia que tinhamos pedalado uns 80 quilômetros. Tomamos um café de verdade e tocamos em frente, faltava muito e como faltava, subida e descida para chegar ao asfalto, a estrada tem muitas pedras e nas subidas tem mais ainda, a bicicleta as vezes patina e isso cansa muito.

Bem mais adiante alguns trechos com retas imensas, e quando eu achei que tinha acabado as subidas, ai sim veio uma monstruosa com 210 metros de altitude, foi ai que me acabei de vez.

Chegamos no asfalto já era mais de 15:30, e depois de andar mais uns dois quilômetros no asfalto a bagageiro do Rafael quebrou. O suporte que se prende ao selim partiu, partiu para aquele lugar segundo o Rafael, sorte estávamos no asfalto e prendemos como deu, usamos um extensor e ficou uma maravilha. A fome e o cansaço estava na cara dos dois e paramos no Recanto Rio do Nunes, lanchamos e o céu caiu, muita chuva, o Gassner resolveu ler e eu arrumar meu cambio que falhou muito durante toda a estrada. Uma hora depois resolvemos seguir viagem até Morretes e procurar abrigo para passar a noite, achamos o Hotel Nhundiaquara, parece meio assombrado, mas nada como o dois ciclo-fedidos e cansados.

Acordamos, comemos e fomos atrás de uma bicicletária para trocar o bagageiro. Pegamos o caminho para São João da Graciosa e claro subir a estrada da Graciosa. Subida dura mas menos cansativa que a estrada de Guaraqueçaba, alguns caldos de cana para aguentar a subida e lá fomos nós. Antes da uma da tarde chegamos no mirante da Graciosa.

Depois de alguns petiscos, seguimos para a BR-116, antes paramos no último caldo de cana e comemos pastéis, a parte mais entediante da viagem foi pegar esta estrada, são mais 45 quilômetros até chegar em casa, a chuva nos cercou várias vezes, mas não tomamos um banho de chuva se quer durante toda a viagem 🙂  O Rafael me acompanhou até perto de casa e depois ele seguiria pelo centro até Curitiba.

Fotos desses dois dias:

Salto Morato – Morretes 28/01/2010
Morretes – São José dos Pinhais 29/01/2010

GPS:

Salto Morato – Morretes : GPSies - Salto Morato - Morretes 28/01/10

Morretes – São José dos Pinhais : GPSies - Morretes - São José dos Pinhais 29/01/10

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