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	<title>Fabrício Souza &#187; Morro do Sete</title>
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		<title>Guaraqueçaba – Salto Morato – Parte 2</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 20:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Souza</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Salto Morato]]></category>
		<category><![CDATA[São José dos Pinhais]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois do susto da noite passada, acordamos um pouco tarde do previsto. Nosso café da manhã foi uma caramanhola com uma lata de leite condensado e alguns pães com biscoito. Levantamos o acampamento e arrumamos as coisas e saímos do parque já era umas 9:40. O caminho de volta não estava lá aquelas coisas, muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois do susto da noite passada, acordamos um pouco tarde do previsto. Nosso café da manhã foi uma caramanhola com uma lata de leite condensado e alguns pães com biscoito. Levantamos o acampamento e arrumamos as coisas e saímos do parque já era umas 9:40. O caminho de volta não estava lá aquelas coisas, muito barro devido a chuva que caiu a noite toda, nisso já atolamos rodas e os pés, logo chegamos na famosa estrada de Guaraqueçaba,  o cansaço  bateu antes de chegarmos a Tagaçaba e olha que Tagaçaba fica a menos de 35 quilômetros do parque, e só faltava mais 65 quilômetros  até Morretes, mas aquele sobe e desce quase infinito, só não tão infinito pois tem horas que você só sobe, e numa desta subidas chegamos ao mirante, que também parece mais uma daquelas cenas do &#8220;Lost&#8221;.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/21473-2/P1010929.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/21483-2/P1010934.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quando chegamos em Tagaçaba, parecia que tinhamos pedalado uns 80 quilômetros. Tomamos um café de verdade e tocamos em frente, faltava muito e como faltava, subida e descida para chegar ao asfalto, a estrada tem muitas pedras e nas subidas tem mais ainda, a bicicleta as vezes patina e isso cansa muito.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem mais adiante alguns trechos com retas imensas, e quando eu achei que tinha acabado as subidas, ai sim veio uma monstruosa com 210 metros de altitude, foi ai que me acabei de vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos no asfalto já era mais de 15:30, e depois de andar mais uns dois quilômetros no asfalto a bagageiro do Rafael quebrou. O suporte que se prende ao selim partiu, partiu para aquele lugar segundo o Rafael, sorte estávamos no asfalto e prendemos como deu, usamos um extensor e ficou uma maravilha. A fome e o cansaço estava na cara dos dois e paramos no Recanto Rio do Nunes, lanchamos e o céu caiu, muita chuva, o Gassner resolveu ler e eu arrumar meu cambio que falhou muito durante toda a estrada. Uma hora depois resolvemos seguir viagem até Morretes e procurar abrigo para passar a noite, achamos o <a href="http://www.nundiaquara.com.br/morretes.php">Hotel Nhundiaquara</a>, parece meio assombrado, mas nada como o dois ciclo-fedidos e cansados.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/21540-2/P1010957.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">Acordamos, comemos e fomos atrás de uma bicicletária para trocar o bagageiro. Pegamos o caminho para São João da Graciosa e claro subir a estrada da Graciosa. Subida dura mas menos cansativa que a estrada de Guaraqueçaba, alguns caldos de cana para aguentar a subida e lá fomos nós. Antes da uma da tarde chegamos no mirante da Graciosa.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/21554-2/P1010961.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de alguns petiscos, seguimos para a BR-116, antes paramos no último caldo de cana e comemos pastéis, a parte mais entediante da viagem foi pegar esta estrada, são mais 45 quilômetros até chegar em casa, a chuva nos cercou várias vezes, mas não tomamos um banho de chuva se quer durante toda a viagem <img src='http://fabriciosouza.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />   O Rafael me acompanhou até perto de casa e depois ele seguiria pelo centro até Curitiba.</p>
<p>Fotos desses dois dias:</p>
<p><a href="http://fabriciosouza.com/gallery/v/cicloviagens/Salto+Morato/saltomorato_morretes-28012010/">Salto Morato &#8211; Morretes 28/01/2010 </a><br />
<a href="http://fabriciosouza.com/gallery/v/cicloviagens/Salto+Morato/morretes_SJpinhais-29012010/">Morretes &#8211; São José dos Pinhais 29/01/2010 </a></p>
<p>GPS:</p>
<p>Salto Morato &#8211; Morretes :  <a title="GPSies - Salto Morato - Morretes 28/01/10" href="http://www.gpsies.com/map.do?fileId=lvuakvlmdiwwftyl"><img src="http://www.gpsies.com/images/linkus.png" border="0" alt="GPSies - Salto Morato - Morretes 28/01/10" /></a></p>
<p>Morretes &#8211; São José dos Pinhais : <a title="GPSies - Morretes - São José dos Pinhais 29/01/10" href="http://www.gpsies.com/map.do?fileId=ixysanucshgaaquc"><img src="http://www.gpsies.com/images/linkus.png" border="0" alt="GPSies - Morretes - São José dos Pinhais 29/01/10" /></a></p>
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		<title>7 Suicida &#8211; Morro Mãe Catira e Morro do Sete</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 11:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada Dom Pedro]]></category>
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		<category><![CDATA[Interblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Morro do Sete]]></category>
		<category><![CDATA[Morro Mãe Catira]]></category>

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		<description><![CDATA[É meus caros o nome já da medo. Projeto este elaborado pelo Odois.org. Programação com duas semanas de antecedência e a expectativa sempre toma conta. Um dias antes do combinado a previsão do tempo não parecia que ia ajudar muito, se bem que previsão do tempo em Curitiba é como jogar na mega-sena. Chega o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É meus caros o nome já da medo. Projeto este elaborado pelo <a href="http://www.odois.org">Odois.org</a>. Programação com duas semanas de antecedência e a expectativa sempre toma conta. Um dias antes do combinado a previsão do tempo não parecia que ia ajudar muito, se bem que previsão do tempo em Curitiba é como jogar na mega-sena. Chega o dia e eu parto direto para o Colégio Militar, aquele do exército mesmo, e chego 15 minutos antecipado e logo em seguida chega o Luiz <a href="http://02mp.wordpress.com">Dois MegaPixel</a>, 7 horas da manhã e só nós para o Sete? Bom, após 10 minutos&#8230; eba!! chega Odois, junto o <a href="http://transpirando.com">Stulzer</a> e logo mais, um pouco mais atrasado chega o <a href="http://rgg.homelinux.com:8080/coppermine/thumbnails.php?album=1494">Rafael Gassner</a> então partimos em oito (Eu, Du, Lulis, Arce, Thiago &#8211; Odois, Rafael, Luiz &#8211; 02mp e Stulzer &#8211; Transpirando) rumo a missão suicida ou ao Sete Suicida assim denominada a aventura pelo Odois.</p>
<p style="text-align: justify;">O dia estava propicio para pedalar um pouco nublado e com temperatura agradável, saímos em direção ao Tarumã pela BR-116 e Estrada do Alfaville, e uma paradinha rápida para o Du encher o seu pneu. Fomos em ritmo bom pela Estrada Dom Pedro até o Oratório do Anjo da Guarda, onde fizemos uma pausa e um pequeno lanche.</p>
<p><a href="http://fabriciosouza.com/gallery/v/Cicloturismo/Interblog_morrodosete_14112009/CIMG5439.JPG.html?g2_imageViewsIndex=1"><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/14273-2/CIMG5439.JPG" alt="" width="600" height="440" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida pegamos a Trilha do Alemão até a casa de Pedra, onde ao lado mora um simpático casal de velhinhos, deixamos as bikes lá, o Thiago retornou pois tinha compromisso e não subiu. Todos preparados para enfim, subir o tal morro.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/14309-2/CIMG5450.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/14325-2/CIMG5454.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">Todos preparados para o começo da subida? Subimos, subimos, subimos&#8230; nossa até onde isso vai dar? calma falta muito ainda&#8230; É o negócio foi tenso foi uma hora e pouco até aparecer uma &#8220;janela&#8221; (é uma parte do morro onde a mata abre e se pode avistar a serra do mar) o morro tem uma mata fechada o que torna o ambiente muito úmido e abafado, e por ser mata fechada conseguimos com isso bastante arranhões, tropeções em galhos e muitas espetadas de uma planta que eu não sei o nome e que doía bastante.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/14337-2/CIMG5457.JPG" alt="Vista da Janela no Mãe Catira" width="600" height="440" /><p class="wp-caption-text">Vista da &quot;Janela&quot; no Mãe Catira</p></div>
<p style="text-align: justify;">Eu achei que não podia piorar&#8230; e piorou&#8230; para chegar no cume do morro Mãe Catira, tinha uma vegetação que ficava na altura da cabeça e aqui eu me ralei de verdade, braços e pernas sentiram o drama. Passou rápido e logo estávamos a 1450 metros no cume do Mãe Catira e já não se via muita coisa pois entrou umas nuvens muito baixa e tapou a vista. Beleza vamos pro 7, subimos por onde? Não, nós vamos descer agora, e que descida era praticamente um buraco sem o buraco, na hora me empolguei com a descida, como diz o ditado: pra baixo todo santo ajuda. e ajuda mesmo, só não ajuda as pernas&#8230; aqui começou meu tormento físico, minhas pernas me abandonaram no meio da descida&#8230; e eu achei que só ia descer tivemos que subir mais um tanto para chegar agora nos 1350 metros no cume do Sete.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://fabriciosouza.com/gallery/d/14401-2/CIMG5473.JPG" alt="" width="600" height="440" /></p>
<p style="text-align: justify;">A paisagem é deslumbrante e recompensadora, dali avista-se o conjunto Pico do Paraná e a serra do mar, pena que as nuvens não ajudaram muito. Fizemos um lanche bem reforçado com direito a legumes em conserva, salame, cookies e outras coisas. Descansamos bastante, pois para chegar até o cume do sete foram 2:30 de caminhada e claro tinha mais 2:30 de retorno só que agora cansados. Eu estava muito cansado e logo fiquei para traz junto com o Luiz que me fez companhia até a subida do Mãe Catira e inicio da descida do mesmo morro&#8230; andei uma boa parte sozinho nesta hora e esperava alcançar um riozinho que passava por ali, eu já estava sem água e suava muito. logo encontrei eles bem relaxados e refrescados no rio. juntei-me a eles e enchi minhas carmanholas, mais um pouco de descanso e refresco e vamos embora, pois começou as trovoadas e ninguém estava afim de enfrentar um morro com chuva.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://rgg.homelinux.com:8080/coppermine/displayimage.php?album=1494&amp;pos=60"><img title="Foto de RGG" src="http://rgg.homelinux.com:8080/coppermine/albums/Cicloturismo/CuritibaMorroDoSete14112009/DSC01375.JPG" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de RGG</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Daqui desci acompanhado do Luiz e do Lulis, mas já não sentia as pernas e fui aos trancos e barrancos literalmente morro abaixo! Logo acabou, chegamos na casa do casal de velhinhos e fomos direto para o rio que passa ao lado da casa, mergulhar os pés.</p>
<p style="text-align: justify;">Tinha um logo trecho para voltar embora, 50km pedalando, nossa e as pernas que já não sentia mais? é não sentia mesmo, mas o grupo muscular era outro para pedalar, então beleza&#8230; só que depois de 5 km percebi que estava cansado mesmo, ainda bem que o povo parou em uma lanchonete próxima a BR 116, a maioria (ou todos, não lembro) pediu caldo de cana e pastel e para a surpresa de todos o chorinho do caldo de cana rendeu mais dois copos <img src='http://fabriciosouza.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">Energia reposta, fomos com um só objetivo: Voltar embora. Eu acabei abrindo uma certa distância do grupo e entrei direto no contorno sul, achei que entrariam pela estrada do Alfaville por onde cruzamos o contorno na ida, fiquei esperando e nada, todos passaram reto, acabei indo embora sem me despedir de todos. Só faltava agora 28 km para chegar em casa e acabei levando mais duas horas, estava completamente exausto.</p>
<p>Mais fotos na minha <a href="http://fabriciosouza.com/gallery/v/Cicloturismo/Interblog_morrodosete_14112009/">Galeria</a> e na <a href="http://rgg.homelinux.com:8080/coppermine/thumbnails.php?album=1494">Galeria do RGG</a></p>
<p>Outras Publicações:</p>
<p><a href="http://www.odois.org/?091114">Odois.org</a><br />
<a href="http://02mp.wordpress.com/2009/11/15/morros-mae-catira-e-sete/">Luiz Dois MegaPixel</a><br />
<a href="http://transpirando.com/2009/11/16/sete-suicida-pedal-e-montanha/">Stulzer Transpirando.com</a></p>
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